Campanha SOS Matriz

sábado, 7 de abril de 2012

Sexta-feira Santa


“Pai, em tuas mãos entrego o meu espírito”

 
Sexta-Feira Santa, dia da Paixão e Morte do Senhor. Dia de jejum e abstinência de carne. Dia de recolhimento, oração, interiorização e reflexão sobre o mistério da Cruz.
Em nossa paróquia, o dia começou com a liturgia solene da Paixão e Morte de Jesus Cristo. Momento de silêncio. Silenciam-se os sinos. O altar fica vazio. O celebrante deita ao pé do altar num gesto de reverência ao Cristo que se entregou por nós. Padre Efferson, em sua pregação, chamou-nos a silenciar o coração, a nos interiorizarmos para tentar entender o mistério da nossa redenção.

 




 

NA CRUZ HÁ VIDA


“A muitos parece dura esta palavra: “Renuncia a ti mesmo, toma a cruz e segue Jesus”(Jo 6, 61). Mas será ainda mais duro ouvir esta última palavra: “Afastai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno”(Mt 16,24-30). Os que agora se alegram ao ouvir a linguagem da cruz e a seguem não precisam ter medo de ouvir a condenação eterna.
Na cruz a salvação, na cruz a vida; na cruz a proteção contra os inimigos; na cruz, a efusão das doçuras do alto; na cruz, a força da alma; na cruz, a perfeita santidade. Não há salvação, não há esperança de vida eterna a não ser na cruz” (Imitação de Cristo).
Que nesta Semana Santa você entre na escola da cruz que gera vida!
Jesus, eu confio em Vós!

Senhor, pela tua paixão, no abandono da cruz, tem piedade de nós, jesus pelo sangue jorrado do teu coração, pelo teu sacrifício misericordia.

(refrão)
Deus santo, deus forte, deus imortal e de poder, nós te adoramos, te bendizemos, te glorificamos o senhor
Deus santo, deus forte, deus imortal e de poder, nós te adoramos, te bendizemos, te glorificamos o senhor

Deus pai, vos ofertamos o corpo e o sangue de cristo sua alma e sua divindade em espiação de nossos pecados

Deus santo, deus forte, deus imortal e de poder, nós te adoramos te bendizemos te glorificamos o senhor
Deus santo, deus forte, deus imortal e de poder, nós te adoramos te bendizemos te glorificamos o senhor.

ENTENDA O SIGNIFICADO DO BEIJO NA CRUZ NA SEXTA-FEIRA SANTA


Bento XVI durante adoração à Santa Cruz, no Vaticano
Em todo o ano, existe somente um dia em que não se celebra a Santa Missa: a Sexta-Feira Santa. Ao invés da Missa temos uma celebração que se chama Funções da Sexta-feira da Paixão, que tem origem em uma tradição muito antiga da Igreja que já ocorria nos primeiros séculos, especialmente depois da inauguração da Basílica do Santo Sepulcro e do reencontro da Santa Cruz por parte de Santa Helena (ano 335 d.C.).

Esta celebração é dividida em três partes: a primeira é a leitura da Sagrada Escritura e a oração universal feita por todas as pessoas de todos os tempos; a segunda é a adoração da Santa Cruz e a terceira é a Comunhão Eucarística, juntas formam o memorial da Paixão e Morte de Nosso Senhor. Memorial não é apenas relembrar ou fazer memória dos fatos, é realmente celebrar agora, buscando fazer presente, atual, tudo aquilo que Deus realizou em outros tempos.Mergulhamos no tempo para nos encontrarmos com a graça de Deus no momento que operou a salvação e, ao retornarmos deste mergulho, a trazemos em nós.

Os cristãos peregrinos dos primeiros séculos a Jerusalém nos descrevem, através de seus diários que, em um certo momento desta celebração, a relíquia da Santa Cruz era exposta para adoração diante do Santo Sepulcro. Os cristãos, um a um, passavam diante dela reverenciando e beijando-a. Este momento é chamado de Adoração à Santa Cruz, que significa adorar a Jesus que foi pregado na cruz através do toque concreto que faziam naquele madeiro onde Jesus foi estendido e que foi banhado com seu sangue.

Em nosso mundo de hoje, falar da Adoração à Santa Cruz pode gerar confusão de significado, mas o que nós fazemos é venerar a Cruz e, enquanto a veneramos, temos nosso coração e nossa mente que ultrapassa aquele madeiro, ultrapassa o crufixo, ultrapassa mesmo o local onde estamos, até encontrar-se com Nosso Senhor pregado naquela cruz, dando a vida para nos salvar. Quando beijamos a cruz, não a beijamos por si mesma, a beijamos como quem beija o próprio rosto de Jesus, é a gratidão por tudo que Nosso Senhor realizou através da cruz. O mesmo gesto o padre realiza no início de cada Missa ao beijar o Altar. É um beijo que não pára ali, é beijar a face de Jesus. Por isso, não se adora o objeto. O objeto é um símbolo, ao reverênciá-lo mergulhamos em seu significado mais profundo, o fato que foi através da Cruz que fomos salvos.

Nós cristãos temos a consciência que Jesus não é apenas um personagem da história ou alguém enclausurado no passado acessível através da história somente. "Jesus está vivo!" Era o que gritava Pedro na manhã de Pentecostes e esse era o primeiro anúncio da Igreja. Jesus está vivo e atuante em nosso meio, a morte não O prendeu. A alegria de sabermos que, para além da dolorosa e pesada cruz colocada sobre os ombros de Jesus, arrastada por Ele em Jerusalém, na qual foi crucificado, que se torna o simbolo de sua presença e do amor de Deus, existe Vida, existe Ressurreição. Nossa vida pode se confundir com a cruz de Jesus em muitos momentos, mas diante dela temos a certeza que não estamos sós, que Jesus caminha conosco em nossa via sacra pessoal e, para além da dor, existe a salvação.

Ao beijar a Santa Cruz, podemos ter a plena certeza: Jesus não é simplesmente um mestre de como viver bem esta vida, como muitos se propõem, mas o Deus vivo e operante em nosso meio.

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Missa Vespertina da Ceia do Senhor

A liturgia da Quinta-feira Santa é um convite a aprofundar concretamente no mistério da Paixão de Cristo, já que quem deseja segui-lo deve sentar-se à sua mesa e, com o máximo recolhimento, ser espectador de tudo o que aconteceu na noite em que iam entregá-lo.
E por outro lado, o mesmo Senhor Jesus dá-nos um testemunho idóneo da vocação ao serviço do mundo e da Igreja que temos, e a todos os fiéis, quando decide lavar os pés aos seus discípulos.
Neste sentido, o Evangelho de São João apresenta Jesus 'sabendo que o Pai pôs tudo em suas mãos, que vinha de Deus e a Deus retornava', mas que, ante cada homem, sente tal amor que, igual como fez com os discípulos, ajoelha-se e lava-lhes os pés, como gesto inquietante de uma acolhida inalcançável.
São Paulo completa a representação lembrando a todas as comunidades cristãs o que ele mesmo recebeu: que aquela memorável noite a entrega de Cristo chegou a fazer-se sacramento permanente em pão e em vinho que convertem em alimento o seu Corpo e o seu Sangue para todos os que queiram recordá-lo e esperar a sua vinda no final dos tempos, ficando assim instituída a Eucaristia.

EUCARISTIA , O GRANDE PRESENTE DE JESUS A NÓS


Reze hoje, nesta Quinta-feira Santa, agradecendo a Jesus pelo grande presente que nos deixou: a Eucaristia.
"Obrigado, Senhor, pela oportunidade que tenho diariamente de receber-Te na comunhão e assim receber tantas graças de que necessito, especialmente a de vencer a tentação e o pecado. Creio que serei vitorioso usando esse poderoso remédio que é a Eucaristia.
Senhor, obrigado por todo esclarecimento que recebi a respeito da Eucaristia. Dá-me, Senhor, deste Pão, para que eu possa ser curado e ressuscitado, conforme a promessa que está em Tua Palavra: 'Aquele que come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele, e eu o ressuscitarei' (Jo 6,54.56). Ressuscita-me, Senhor Jesus. Amém!"
Monsenhor Jonas Abib

QUINTA FEIRA SANTA



Óleo do Crisma - Uma mistura de óleo e bálsamo, significando plenitude do Espírito Santo, revelando que o cristão deve irradiar "o bom perfume de Cristo". É usado no sacramento da Confirmação (Crisma) quando o cristão é confirmado na graça e no dom do Espírito Santo, para viver como adulto na fé. Este óleo é usado também no sacramento do sacerdócio, para ungir os "escolhidos" que irão trabalhar no anúncio da Palavra de Deus, conduzindo o povo e santificando-o no ministério dos sacramentos. A cor que representa esse óleo é o branco ouro.Na Quinta-feira Santa, óleo de oliva misturado com perfume (bálsamo) é consagrado pelo Bispo para ser usado nas celebrações do Batismo, Crisma, Unção dos Enfermos e Ordenação.
  • Óleo dos Catecúmenos - Catecúmenos são os que se preparam para receber o Batismo, sejam adultos ou crianças, antes do rito da água. Este óleo significa a libertação do mal, a força de Deus que penetra no catecúmeno, o liberta e prepara para o nascimento pela água e pelo Espírito. Sua cor é vermelha.
  • Óleo dos Enfermos - É usado no sacramento dos enfermos, conhecido erroneamente como "extrema-unção". Este óleo significa a força do Espírito de Deus para a provação da doença, para o fortalecimento da pessoa para enfrentar a dor e, inclusive a morte, se for vontade de Deus. Sua cor é roxa.


Instituição da Eucaristia
Na véspera da festa da Páscoa, como Jesus sabia que havia chegado a sua hora de passar deste mundo para o Pai, tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim (Jo 12, 1). Caía a noite sobre o mundo, porque os velhos ritos, os antigos sinais da misericórdia infinita de Deus para com a humanidade iam realizar-se plenamente, abrindo caminho a um verdadeiro amanhecer: a nova Páscoa. A Eucaristia foi instituída durante a noite, preparando antecipadamente a manhã da Ressurreição. Jesus ficou na Eucaristia por amor..., por ti.
Ceia do Senhor (Lava-pés)
Um momento solene - No 13º capítulo do seu Evangelho, João fala sobre Jesus fraco, pequeno, que terminará sendo condenado e morto na cruz como um blasfemador, um fora da lei ou um criminoso. Até então, Jesus parecia tão forte, havia feito tantos milagres, curado doentes, ordenado que o mar e o vento se acalmassem e falado com autoridade para os escribas e os fariseus. Nós estamos frente a um Deus que se torna pequeno e pobre, que desce na escala da promoção humana, que escolhe o último, que assume o lugar de servo ou escravo. De acordo com a tradição judia, o escravo lavava os pés do senhor, e algumas vezes as esposas lavavam os pés do marido ou os filhos lavavam os do pai.


Desnudação do Altar

A desnudação do altar hoje, é um rito prático, com a finalidade de tirar da igreja todas as manifestações de alegria e de festa, como manifestação de um grande e respeitoso silêncio pela Paixão e Morte de Jesus. O rito atual é realizado de modo muito simples, após a missa. Feito em silêncio e sem a participação da assembléia. As orientações do Missal Romano pedem que sejam retiradas as toalhas do altar e, se possível, as cruzes da igreja. O significado é o silêncio respeitoso da Igreja que faz memória de Jesus que sofre a Paixão e sua morte de Jesus, por isso, despoja-se de tudo o que possa manifestar festa.

CEIA DO SENHOR

Jesus Cristo Oferece a Santa Ceia a todos nós.

O nome que, junto ao de “fração do pão”, o dá por exemplo São Paulo em 1Cor 11,20 ao que logo se chamou “Eucaristia” ou “Missa”: “Kyriakon deipnon”, ceia senhoril, do Senhor Jesus. É também o nome que se dá a Missa atual: “Missa ou Ceia do Senhor”.

Na Quinta-feira Santa, a Eucaristia com que se dá início ao Tríduo Pascal é a “Missa in Coena Domini”, porque é a que mais intimamente recorda a instituição desde sacramento por Jesus em sua última ceia, adiantando assim sacramentalmente sua entrega na Cruz.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Procissão do Encontro




A procissão do encontro do Senhor dos Passos e Nossa Senhora das Dores aconteceu ontém, quarta-feira.  Muitos fiéis fizeram-se presentes a este ato de fé que começou na Praça São Sebastião com um grupo de homens com a imagem do Senhor dos Passos passando por alguns pontos da cidade, já a imagem de Nossa Senhora das Dores, saiu da escola Estadual Governador Bias Fortes; o momento do encontro dos dois grupos aconteceu na escadaria da Igreja Matriz.

SILENCIAR PARA OUVIR O SENHOR


Há vários tipos de silêncio. Muitos mergulham nele apenas para fugir ou para dormir. Outros fazem uso de mil técnicasa fim de atingirem um silêncio simplesmente relaxante; outros ainda exercitam a meditação com o pensamento bloqueado, suspenso num vácuo silencioso, no qual julgam ser elevados.Alguns emudecem por capricho ou por mau humor; e assim por diante… No entanto, o verdadeiro silêncio é aquele que nos coloca diante de Deus. Essa experiência enriquece os nossos valores, enobrece nossas reflexões, sentimentos e ideias, e mais: no íntimo da alma formam-se as convicções e enraízam-se as virtudes. Dessa forma, as linhas mestras da luta pessoal por melhorarmos a cada dia um pouco mais são definidas e solidificadas.Temos o hábito de falar muito e quase não sabemos escutar o outro, sobretudo ao Senhor, que quer nos falar no íntimo de nosso coração. Há pobreza de palavras, porque há pobreza de silêncio. Só teremos condições de responder com prontidão a Deus e aos irmãos se nos exercitarmos nessa escuta
Jesus, eu confio em Vós

NÃO DESANIME NA HORA DA TEMPESTADE

No Evangelho de São Mateus há um fato muito interessante: após a multiplicação dos pães, Jesus despediu os apóstolos e foi rezar no alto do monte. O barco em que eles estavam se agitava numa grande tempestade. Os discípulos estavam apavorados... Quando de repente viram alguém caminhando sobre o mar: era o Messias.
Não imaginando que fosse Jesus, eles ficaram ainda mais amedrontados e soltando gritos de terror: "É um fantasma!" Mas logo o Senhor lhes disse: “Confiança, sou Eu, não tenhais medo” (Mt 14,27).
Muitas vezes, nossa vida é agitada pelas tempestades e nós nos desesperamos, porque nos falta confiança. Precisamos ter confiança cega em Deus, na certeza de que o Seu socorro não falta.
O Senhor é o mesmo de ontem, de hoje e de amanhã; Ele está vivo. Não servimos a um Deus morto, clame e Ele virá ao seu encontro!
Não desanime na hora da tempestade! Peça ao Senhor para pegá-lo no colo, para que a tempestade não o afogue. O Senhor nos manda ser corajosos. Não precisamos ter medo de nada. Jesus nunca vai nos deixar sozinhos.
Quando tomamos consciência e clamamos pelo socorro do céu, tudo muda, a tempestade se acalma e ousamos "andar sobre as águas". Foi o que Pedro experimentou:
“Senhor, se és mesmo Tu, ordena-me que vá ao teu encontro sobre as águas. Vem, disse Ele. E Pedro, saindo do barco, caminhou sobre as águas e foi rumo a Jesus” (Mt 14,28-29).
Nós também podemos andar sobre os nossos problemas, sobre as tempestades que assolam nossas vidas, fixando os olhos em Deus e não os desviando nem para direita nem para a esquerda.
Quando Pedro tirou os olhos de Jesus, ele afundou. Aí está o segredo: podemos andar por cima de nossos problemas, sem nos deixar amedrontar pela tempestade, se continuarmos com os olhos fixos no Senhor.
Tenha certeza: quando você traz o Senhor para dentro do "barco da sua vida", tudo muda. O vento cessa, a tempestade se acalma. O Senhor passa a ter o comando de todas as coisas.
“Confiança, sou Eu, não tenhais medo”. Seja qual for a situação pela qual você esteja passando, confie. É o próprio Senhor quem diz: “Sou Eu, não tenhais medo”. Nas grandes dificuldades, mas, também nas situações embaraçosas do dia a dia, o Senhor está ao nosso lado. Não há o que temer.
Reze junto comigo:
Senhor, eu agradeço por tantos milagres e curas que tens realizado na vida dos meus irmãos. Tu és verdadeiramente o Deus do impossível.
Entra, Senhor, no barco da minha vida. Vê, Senhor, a agitação em que está. Até hoje eu tive medo e pensei que estava sozinho, mas agora não temo, pois quem está conduzindo o barco da minha vida é o Senhor.
Apresento todas as situações que estou vivendo e já agradeço pelo novo rumo que estás dando. Eu não estou sozinho. Confesso que já estava cansado, fraco, com medo das grandes ondas, mas agora já não tenho mais medo, porque o Senhor é por mim.
Agradeço pelo milagre que estás realizando na minha vida. Sou uma nova pessoa.
A partir deste momento o leme da minha vida está em Tuas mãos. Eu não tomarei mais nenhuma decisão por mim mesmo. Quero louvar e agradecer pela paz e pela cura que realizas.
Bendito seja o Teu nome, meu Senhor e meu Deus.

Trecho do livro “Isto é obra do Senhor: um milagre aos nossos olhos” de monsenhor Jonas Abib

quarta-feira, 4 de abril de 2012

A QUEM VOCE QUER SERVIR?



Enquanto permanecermos ligados ao sistema do mundo seremos influenciados por ele; dessa forma, não nos será possível entrar no sistema de Deus. Eles são radicalmente opostos.
É preciso fazer uma escolha: ou estamos no sistema do mundo ou estamos no sistema de Deus. É uma lógica: para sermos auxiliados pelo Todo-Poderoso precisamos estar no sistema d'Ele. Se continuarmos no [sistema] do mundo, seremos tratados pelo mundo e do jeito que este trata. Para deixarmos de ser vítimas desse sistema temos que deixá-lo de lado e nos colocarmos no sistema de Deus Pai.
Você já entendeu, é uma questão de decisão: ou estamos no sistema de César, o sistema deste mundo, ou estamos no sistema de Deus. Não se esqueça: César é inclemente, não tem piedade. Se continuar a servi-lo, você será sempre seu escravo. É preciso decidir-se por Deus, Seu Reino e Sua Justiça, que não é a justiça deste mundo.

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

FOI UM TOMBO, NÃO A DERROTA!

Quantas vezes nos sentimos fracos frente a alguma situação? Quantas vezes nos sentimos caídos devido a um ato cometido? São diversas as lembranças que nos vêm à memória diante dessas perguntas, pois todos nós, em algum instante da vida, nos sentimos derrotados pelo inimigo, porque recorremos às alegrias do mundo, às coisas humanas. Mas isso não nos faz indiferentes às coisas de Deus, pois são elas que devemos buscar sempre, porque, certamente, nos trará felicidade eterna.
Nossas quedas nos fazem lembrar de nossa pequenez humana, nos fazem lembrar também que somos finitos e que o pecado está entre nós. Mas uma queda ou um fracasso não deve ser a última história a ser contada em nossa vida.
Em momento algum, na Bíblia Sagrada, Jesus pergunta a uma pessoa qual foi o pecado dela, o que de errado ela cometeu; pelo contrário, está escrito: “Se dizemos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e a verdade não está em nós” (1Jo 1,8). Com a certeza da misericórdia de Deus, podemos levantar, sacudir a poeira e dar a volta por cima, buscando ser melhores em Deus para, assim, poder alcançar a glória que está em Nosso Senhor.
Na Quarta-feira de Cinzas nos é dito: “Convertei-vos e crede no Evangelho”. Veja que, mais uma vez, Jesus lhe faz um convite sem olhar seu passado, sem olhar suas quedas, por isso Ele nos chama à conversão, pois sabe que, por sermos pecadores, precisamos nos arrepender de nossos pecados e nos converter, ou seja, deixar as coisas terrenas para encontrar sempre as coisas do Alto.
“Em momento algum, na Bíblia Sagrada, Jesus pergunta a uma pessoa qual foi o pecado dela”
Ele ainda nos pede, novamente, que creiamos no Evangelho, pois o Senhor disse: “Mas buscai primeiro o reino de Deus, e a justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas” (Mt 6,33). Essa é a promessa de Cristo para nós. Creia na Sagrada Escritura, pois são Palavras de salvação e Deus sempre cumpre o que nos promete.
Estamos, neste mundo, vulneráveis às investidas do maligno, mas este não é nosso lugar. Viemos e seremos provados; a nós será apresentado todo tipo de sedução, a fim de que nos desviemos do caminho de Deus. No entanto, temos de nos manter firmes na fé, superar os tombos e nunca aceitar a derrota. Fiéis a Cristo Jesus, sejamos confiantes!
Leandro Felipe de Oliveira/PASCOM

terça-feira, 3 de abril de 2012

PODEMOS CONFIAR NO PODER DE DEUS




O Senhor está fazendo uma promessa. É a certeza d'Ele em nossos corações: "Teus mortos, porém reviverão! Seus cadáveres vão se levantar!” (Is 26,19a). Por isso nos dá uma ordem: “Acordai para cantar, vós que dormis debaixo da terra! Pois teu orvalho é orvalho de luz e a terra restituirá à luz seus mortos” (Is 26,19b).

Mesmo que as coisas estejam ruins em nossa vida, em nossa família, na comunidade ou até mesmo se já sofremos muito, com diversas decepções, sem esperança, o Senhor quer plantar em nosso coração a semente da ressurreição. Podemos reagir e confiar no poder de Deus.

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

SOMOS UM MARAVILHOSO PRESENTE DO PAI




Somos o presente do Pai para Jesus e nos tornamos filhos com Ele. Não teríamos nenhum direito de ser filhos de Deus, de ir para o céu, mas, uma vez que o Pai nos deu de presente para Jesus, nós agora temos essa graça: somos filhos também. E onde Jesus estiver, nós estaremos com Ele.

Satanás não quer que participemos dessa graça. Por isso ele “caramela” o pecado como coisa gostosa, para que os filhos de Deus caiam nas armadilhas dele e, assim, o lindo projeto de Deus não se realize em nossa vida.

O maligno usa de tudo para nos arrancar violentamente das mãos de Deus e nos escraviza no pecado e nos vícios, porque ele não nos quer no serviço de Jesus. Não podemos ser tolos, porque somos um maravilhoso presente do Pai para Seu Filho, Jesus. Precisamos estar sob o domínio de Cristo

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

INCENSO


Papa Bento XVI

O incenso vem de “incendere”, “incender”, é uma das resinas que produz um agradável aroma ao arder. Esta palavra latina dá também origem ao termo “incensário” (instrumento metálico para incensar), enquanto a raíz grega “tus”, que também significa incenso, explica a palavra “turíbulo” (incensário) e “turiferário”(o que carrega o turíbulo).

Desde antigamente no Egito, antes de os israelitas chegarem, o incenso era usado em cerimônias religiosas, por seu fácil simbolismo de perfume e festa, de sinal de honra e respeito ou de sacrifício a Deus. Já antes, em torno da Arca da Aliança, mas sobretudo no templo de Jerusalém, era clássico o rito do incenso. A rainha de Sabá trouxe entre outros presentes grande quantidade de aromas a Salomão. Os cristãos no século IV introduziram o incenso na linguagem simbólica de suas celebrações, quando se considerou superado o perigo anterior de confusão com os ritos idolátricos do culto romano. E não podemos esquecer que um dos presentes que os reis magos trouxeram a Jesus-menino foi o incenso.

Atualmente, o incenso é usado na missa, quando se quer ressaltar a festividade do dia, o altar, as imagens da Cruz ou da Virgem, o livro do evangelho, as oferendas sobre o altar, os ministros e o povo cristão no ofertório, o Santíssimo depois da consagração ou nas celebrações de culto eucarístico. Com isso quer significar às vezes um gesto de honra (ao Santíssimo, ao corpo do defunto nas exéquias), ou símbolo de oferenda sacrificial (no ofertório, tanto o pão e o vinho como as pessoas).

NOVO RECOMEÇO


O tempo da Quaresma, na prática do cristão, é como a chegada de uma nova vida. É um processo que chamamos de conversão, de transformação, transfiguração e de novo começo. Tudo isso acontece levando-se em conta a forma de vida de Jesus Cristo. É um caminho de vitória, mas que passa pelos compromissos da cruz.
Não é fácil entender o amor de Cristo na cruz, porque nossa cabeça é feita pelo mundo em que vivemos. A palavra “mundo” relativiza aquilo que é relacionado com a palavra “céu”. Deus amou o mundo dando-nos o próprio Filho para nos trazer as condições de vida digna. Isso aconteceu no Seu gesto de doação que culminou na cruz. Dizemos que o mundo é bom. Ele é a natureza onde Deus mora. Até dizemos que ele é bom e nós é que somos ruins. Nós é que o destruímos pelas estruturas perversas, por más administrações, pela corrupção de toda ordem, pela corrida ofegante pelo poder e a busca desenfreada de satisfações momentâneas.
Ter um novo nascimento é fazer acontecer a partilha e a fraternidade verdadeiras, participar da mesa comum fazendo a vontade de Deus “assim na terra como no céu”. Nesta dimensão, os sofrimentos nunca podem ser entendidos como castigo de Deus, mas sim condições de uma doação constante em busca de saúde e vida. Muitas de nossas práticas de hoje nos tornam impuros e indignos de participar do “Banquete do Senhor”. Deixamos que a injustiça nos domine e de ser fiéis aos princípios da vida, “fazendo como todo o mundo faz”. Neste contexto, as ações do cristão devem fazer a diferença no cumprimento da vontade de Deus.
Jesus fala em “nascer de novo”, que acontece na força da cruz. É uma questão de fé, porque quem não crer n'Ele, vai acreditar na força do dinheiro, do poder, do prestígio, da fama e da competição. Crer em Jesus é crer na cruz. O mundo da arrogância odeia a luz e a cruz, e perde o sentido verdadeiro da vida e da verdade.
Dom Paulo Mendes Peixoto
Arcebispo de Uberaba - MG

CADA UM DE NÓS TEM LUGAR ÚNICO




Quando compramos algo e não temos como efetuar o pagamento à vista, damos um adiantamento, fazemos um parcelamento. O “adiantamento” que o Senhor está nos dando é a graça do derramamento do Espírito Santo. Deus está nos dando um “adiantamento” daquilo que será a nossa herança.
O Espírito Santo Paráclito é o penhor da nossa herança. Muitas vezes, somos obrigados a penhorar um bem para conseguir comprar outro. Para comprar um carro, por exemplo, é preciso provar a sua renda e, muitas vezes, é exigido um penhor – algo que sirva de garantia de que você pagará aquele carro –, às vezes, é a casa, um terreno, algo valioso. Na verdade, muitas vezes, ele [o penhor] acaba sendo mais valioso que o próprio carro que se deseja comprar.
O Senhor quer nos dar a certeza de que receberemos a nossa herança: os Céus Novos e uma Terra Nova. Por isso Ele penhorou um bem maior: o Seu Espírito Santo, que Ele está derramando, sem medida sobre nós. Cada um de nós tem um lugar único, e somos convocados a ocupá-lo. Ele virá para implantar o Seu Reino e somos escolhidos para fazer parte dele.
Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

SEMANA SANTA: MOMENTO PROPÍCIO PARA ACOLHER JESUS EM NOSSA VIDA

Estamos vivendo a Semana Santa, momento no qual celebramos a centralidade da nossa fé.
Nesta Semana Maior, celebramos o Cristo que morreu e ressuscitou para a nossa salvação, para nos resgatar das mãos do demônio e nos transferir para o mundo da luz, para a liberdade dos filhos de Deus. Jesus morreu na cruz para reconciliar o homem com Deus.
É a semana da nossa reconciliação com o Senhor. É o tempo da vitória da vida sobre a morte, do pecado sobre a graça. Quando os fiéis são batizados, aplica-se, a cada um deles, os efeitos redentores da Morte e Ressurreição de Cristo. Por isso, o cristão católico convicto celebra, com alegria, cada função litúrgica dessa semana que culmina na celebração do Tríduo Pascal.
Assim, recomenda a Santa Mãe Igreja que todos os seus filhos se confessem para que, morrendo com Cristo, possam ressuscitar com Ele, na madrugada do Domingo da Páscoa, para a vida eterna.
No Evangelho proposto para esta Segunda-feira Santa, Jesus volta a Betânia, seis dias antes da Páscoa, para manifestar o Seu amor e carinho pelos amigos.
Comove ver como o Senhor tem essa amizade tão divina e tão humana, que se manifesta num convívio frequente. Nessa visita de Jesus à Lázaro, Maria e Marta, vejo-me também na condição de acolher e receber Cristo em minha casa e em minha vida.
“Jesus, venha me visitar hoje. Eu quero recebê-Lo com o coração aberto, alegre e agradecido por merecer Sua amizade e confiança, assim como sempre foi muito bem recebido por Lázaro, Marta e Maria – em qualquer dia e a qualquer hora – com alegria e afeto. Como havia grande respeito, atenção e caridade entre eles, assim me comprometo a fazer também.”
São milhares de pessoas que negam hospedagem a Jesus Cristo em seu coração, mas escancaram-no para o mundo e suas vaidades. Esses vivem com a alma cheia de vícios, mas ela, sem a presença de Deus e dos anjos que nela jubilavam, cobre-se com as trevas do pecado, de sentimentos vergonhosos e de completa ignomínia.
“Ai da alma se lhe falta Cristo que a cultive com diligência, a fim de que possa germinar os bons frutos do Espírito! Deserta, coberta de espinhos e de abrolhos terminará por encontrar, em vez de frutos, a queimada. Ai da alma, se seu Senhor, o Cristo, nela não habitar! Abandonada, encher-se-á com o mau cheiro das paixões, virará moradia dos vícios”, afirma São Macário.
Era costume da hospitalidade do Oriente honrar um hóspede ilustre com água perfumada depois de se lavar. Mas mal sentou-se Jesus, Maria tomou um frasco de alabastro que continha uma libra de perfume muito caro, de nardo puro. Aproximou-se por detrás do divã, onde Ele estava recostado, ungiu Seus pés e os secou com os seus cabelos.
O nardo era um perfume raríssimo, de grande valor; ordinariamente, encerrava-se em pequenos vasos de boca estreita e apertada. Quebrá-lo e derramar seu conteúdo sobre a cabeça de alguém, era, entre os antigos, sinal de grande honra e distinção.
Maria ofereceu o melhor para Jesus Cristo. Ela não ofereceu um perfume barato, mas sim o melhor e mais caro. E você? O que tem oferecido para seu Senhor?
Façamos também nós o mesmo: ofereçamos a Cristo aquilo que temos de melhor e mais precioso. O melhor cálice, a mais bela patena, o mais piedoso ostensório, os melhores paramentos, a nossa vida, tudo o que somos e temos, pois todo o luxo, majestade e beleza são poucos perante a tamanha grandeza de Jesus, nosso Mestre e Rei.
Acolhendo o mistério redentor de Cristo e Sua Palavra, meditando os acontecimentos da nossa redenção, só poderemos crescer na alegria e na paz do Deus que nos ofertou Sua vida. Deixemos, pois, que o Espírito de Deus tome conta de nossa existência, para que sejamos conduzidos à eterna alegria da salvação e da ressurreição.
Acolhendo o mistério central da nossa fé, desejo que essa Semana Santa seja um momento especial de graça para você e toda sua família.
Padre Bantu Mendonça

segunda-feira, 2 de abril de 2012

NÃO TENHAMOS MEDO DE DAR A VIDA PELO EVANGELHO !


”Os que lançam sementes entre lágrimas, ceifarão com alegria” ( Sl 126).
O Senhor nos chama a dar a vida inteira e gratuitamente a serviço do Seu Reino.
”Porém, temos este tesouro em vasos de barro, para que transpareça claramente que este poder extraordinário provém de Deus e não de nós. Em tudo somos oprimidos, mas não sucumbimos. Vivemos em completa penúria, mas não desesperamos. Somos perseguidos, mas não ficamos desamparados. Somos abatidos, mas não somos destruídos ( II Cor 4,7-9).
Levamos em nós mesmos os sofrimentos de Jesus. No entanto, sofrer por sofrer é masoquismo, ao passo que, quando assumimos cada tribulação como uma forma de nos unir a Jesus crucificado a nossa dor adquire um novo significado.
Não tenhamos medo de dar a vida pelo Evangelho, porque o Senhor está conosco em todos os momentos. Lutemos para fazer do mundo um lugar mais justo e humano, denunciando a injustiça e a mentira.
Jesus, eu confio em Vós!

Domingo de ramos

Sinto que toda a nossa história de fé tem início no dia de hoje – Domingo de Ramos, terminando no Domingo de Páscoa, com a Ressurreição do Senhor Jesus. Digo isso porque, ao vivermos de forma efetiva esta semana, podemos nos deparar com sentimentos e ensinamentos que irão nos orientar em toda nossa caminhada.

          Comecemos pelo Domingo de Ramos, quando saudamos a Cristo Rei, Senhor da nossa vida, da nossa história, em sua entrada triunfal em Jerusalém. Felicitam-nos com sua presença, estendemos nossas mãos, nossos “mantos” para abrir passagem Àquele que nos traz palavras de amor, de coragem. Acreditamos, tal como nossos irmãos judeus daquela época, que Ele, Jesus, veio até nós para nos salvar das mais diversas situações de opressão, de dor, de tristeza que vivemos.
        Ao longo da Semana Santa, a Igreja nos convida a refletir sobre os últimos momentos de Jesus Cristo, sobre seus gestos e palavras, sobre a atitude de seus amigos – os discípulos – e sobre Maria, sua mãe. E podemos, nesta reflexão, pensar em como temos agido no nosso dia a dia: se soubemos acolher Jesus e sua proposta de amar ao próximo, de servir a Deus e aos irmãos, de acolher os mais necessitados de amor, de carinho, de atenção e de ajuda material. Ou se, ao percebermos que a “ideia” de Reino revelada por Ele não condizia com o nosso jeito egoísta de viver devido às várias renúncias que precisamos fazer para aceitar a Salvação, também viramos as costas a Jesus e o condenamos, mentimos que não o conhecemos e o crucificamos.
        Muitas vezes, temos estas atitudes em nossa vida. Mas nesta Semana Santa, estejamos com o coração aberto para acolher Jesus Cristo não só com ramos e flores, mas para viver com Ele a alegria de se ter amigos com quem cear, a dor da solidão nas horas que antecedem a crucificação, o silêncio da morte e, principalmente, viver o mistério e a beleza da Ressurreição.
         Tenhamos todos uma Santa Semana, o início da nossa história de fé, o início de um ano novo para nós, cristãos. 




CONFIE EM DEUS E NAQUILO QUE ELE TEM PARA VOCE

Normalmente caminhamos muito bem até surgir a doença. Nessa hora as nossas emoções falam mais alto, surgem todos os tipos de preocupações, a insegurança toma conta de nós, a ansiedade nos envolve. Enfim, tudo se transforma. Essa é a hora da fé e da confiança em Deus, que sempre nos acompanha e nunca nos abandona. É hora de passar pelo “vale escuro”, mas sabendo que há um Pastor que nos ama e cuida de nós.
Confie em Deus e naquilo que Ele tem para você. Mesmo que você não entenda o porquê das dificuldades pelas quais está passando, aceite-as, pois o Senhor está com você em todos esses momentos
Sempre aceitamos a felicidade como um dom de Deus. E a desgraça? Por que não a aceitaríamos?” (Jó 2,10).
Precisamos ser firmes em Deus. Ser homens e mulheres de fibra, combatentes que enfrentam todas as dificuldades que possam surgir. O sofrimento nos dá têmpera de guerreiros.
Deus é Pai e cuida de nós em todos os momentos, por isso não devemos nos desesperar. Ele sabe de nossas necessidades, medos e de tudo que aflige o nosso coração.
Quando se entrega à tristeza e ao desespero, você está deixando de acreditar no Senhor, isto é, você deixa de dar “crédito” a Ele para dar “crédito” à dificuldade que está enfrentando. Deixa de pôr a confiança em Deus, pondo-a na situação que está vivendo. É exatamente isso que o inimigo de Deus quer: que não acreditemos no Senhor e nos entreguemos à tristeza, até chegarmos ao desespero e à depressão. O objetivo do demônio é nos deixar envolvidos na tristeza para que deixemos de viver.
Dominados pela tristeza, nossa vida vai se tornando um problema. E nas mínimas coisas, não aguentamos mais e entregamos os pontos.
Um combatente não “perde a cabeça”. Ele mantém o sorriso, mesmo na tribulação, pois sabe que tem Deus a seu favor!
Que o Senhor possa passar pela nossa vida hoje e colher nosso sorriso. Ele nos fez para a felicidade. Traçou um plano de amor para nós. É direito d'Ele colher em nós esses frutos.
Jesus em breve virá buscar os frutos e é preciso que Ele os encontre! E você é responsável por isso.
“Felizes os que choram: eles serão consolados” (Mateus 5,5).
São Francisco dizia sempre: “Onde a pobreza se une à alegria, não há cobiça nem avareza”. Ele considerava o dinheiro como o “esterco do diabo”. Antes de sua conversão ele foi um “jovem rico”, tinha toda riqueza à sua disposição, mas não tinha alegria verdadeira. Ele só a encontrou em Deus.
Rezemos com o Salmo 22:
“O Senhor é meu pastor, nada me falta.
Ele me faz deitar em verdes pastagens;
às águas do repouso me conduz, ele me reanima.
Pelos bons caminhos me conduz,
para a honra do seu nome.
Mesmo se eu andar por um vale de sombra de morte,
não receio mal algum, pois estás comigo:
teu bastão e teu cajado me dão segurança.
Diante de mim fazes servir uma mesa,
em face dos meus adversários.
Perfumas a minha cabeça com óleo,
minha taça é inebriante.
Sim, felicidade e fidelidade me acompanham
todos os dias da minha vida,
e retornarei à casa do Senhor,
para longos dias”.

domingo, 1 de abril de 2012

ONDE HÁ FÉ O MEDO MUDA DE COR

Viver da fé é o que faz a diferença em nossa vida. Com ela, conseguimos enxergar a vida, de fato, como ela é, e com um belo colorido.
O medo jamais pode ter a palavra final nas circunstâncias de nossa existência! Diferentemente disso, levantamos a bandeira da fé, da alegria e da coragem e lutemos com essas armas do Alto, que fazem o temor mudar de cor e fugir. Pela fé, cada vez mais nos tornamos agradáveis a Deus