Campanha SOS Matriz
domingo, 23 de dezembro de 2012
SOFRER E TER ESPERANÇA
sábado, 22 de dezembro de 2012
PARA ESPALHAR A ALEGRIA
Para
espalhar alegria é necessário que em nosso coração reine a alegria. A
paz ou a guerra começam em nosso interior. O caminho para alcançar a
atitude de alegria diante da vida é o de aprender (não é fácil, mas é
possível) a não levar tudo a ferro e fogo. Para isso, é necessário ser
realista, isto é, iremos cometer erros, os outros também, e nem sempre
as coisas acontecerão como planejamos. O modo
melhor para não perder a alegria é de ser capaz de dar uma nova chance a
si mesmo e aos outros. Não perca tempo com questionamentos inúteis
como: " e se eu tivesse feito deste jeito....", "ninguém gosta de mim",
"nada da certo em minha vida". Não tenha medo de cometer erros. Se eles
acontecerem, não os esconda. Arrependa-se, e peça a força de Deus:
"Invocar-me-eis e vireis suplicar-me, e eu vos atenderei."(Jer 29,12).
Senhor, dai-me a graça de espalhar alegria. Que meus pensamentos, palavras e atitudes me ajudem a viver bem este dia,
sem fazer o mal a ninguém, e sendo útil a quem de mim necessitar. Amém.
Senhor, dai-me a graça de espalhar alegria. Que meus pensamentos, palavras e atitudes me ajudem a viver bem este dia,
sem fazer o mal a ninguém, e sendo útil a quem de mim necessitar. Amém.
OUVIR O CHAMADO DE DEUS
Deus, em Sua infinita bondade, concede-nos muitas qualidades.
Por exemplo: há pessoas que têm uma bela voz, outras sabem liderar,
outras são hábeis em escrever, algumas ainda discursam muito bem.
Tudo isso nos faz crescer pessoal e socialmente, trazendo um sentido mais profundo para a nossa vida: servir ao próximo. No
entanto, muitas vezes, há aqueles que enterram aquilo que têm de
melhor. Alguns subestimam seus próprios talentos ou não acham tempo nem
lugar para aplicá-los. Há também pessoas que acreditam não fazer falta na obra.
Muitos, no entanto, abrem o coração e ouvem o chamado do Senhor por meio
de diversos sinais, desde uma simples oração até uma palavra de
sabedoria do irmão. É Deus nos convidando: “Segue-me” (Mc 5,27). Porém,
poucos respondem a este chamado. Aí vem a pergunta de São Tiago: “De que
aproveitará, irmãos, a alguém que tem fé se não tiver obras?” (Tg 2,
14). Sendo assim, é preciso ser como Isaías e dizer a partir de hoje:
“Eis me aqui, envia-me”! Cantar como na música: “Eu tenho um chamado,
jamais vou me calar!”. É realizando a vontade do Senhor que encontramos a verdadeira felicidade.
No Novo Testamento, há uma passagem que diz: “a vontade de Deus é a vossa santificação” (1 Ts 4,3).
No início da minha vida na Igreja, por exemplo, fui acolhido pela
Pastoral da Música e comecei a cantar nas Missas dominicais. Depois de
um tempo, senti que poderia doar mais. Iniciei minha participação na
Pastoral da Comunicação. Hoje, faço parte de um grupo de oração chamado
Jovens Sarados!
Ainda sinto o Senhor me chamando para águas mais profundas. Vejo-me na
canção de Eliana Ribeiro: “Barco a vela solto pelo mar, indo aonde o
vento do Senhor levar…” Também como na Palavra: “Eis a graça que o
Senhor me fez, quando lançou os olhos sobre mim…” (Lc 1,23).
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
CRER EM JESUS VERDADEIRO DEUS VERDADEIRO HOMEM
Os
católicos vivem atualmente o tempo do Advento, que é uma preparação
para o Natal. A data celebra o nascimento do Senhor Jesus Cristo, um dos
mistérios da fé cristã, que tem Jesus como o Filho de Deus, o enviado
pelo Pai para salvar a humanidade. Essa é uma crença que os católicos
professam no Credo, oração que pode ser meditada em especial neste Ano
da Fé, como forma de entender melhor a fé católica.
Sendo uma das pessoas da Santíssima Trindade, Cristo é chamado pelos católicos como Senhor. O padre Antônio Justino Filho, padre Toninho, da Comunidade Canção Nova, explicou que isso se deve, primeiramente, ao fato de Jesus ser o Filho de Deus Pai. Além disso, Ele habitou entre os seres humanos, sendo a face do Deus que até então ninguém tinha visto.
“A pessoa do nosso Senhor Jesus Cristo é a imagem visível do Deus invisível (...) por isso ele é o Senhor, porque Ele ressuscitou, e sendo senhor Ele tem esse título de Kyrios: Senhor”.
Essa forma de se referir a Jesus tem um significado especial para os cristãos. O Youcat, recente versão do Catecismo da Igreja Católica voltada aos jovens, explica que dizer que Jesus é o Senhor implica no fato de que um cristão não deve se submeter a nenhum outro poder. Os cristãos conhecem o poder de Jesus não somente pelas profecias que anunciavam a vinda do Filho de Deus, mas por todos os milagres realizados.
Os fiéis reconhecem em Jesus a divindade, uma vez que é Deus, e a humanidade, pois se fez homem entre os homens. Quanto a isso, padre Toninho lembrou que as naturezas divina e humana de Cristo não se sobrepõem, ou seja, nenhuma é maior que a outra. “Ele não é nem mais Deus e nem mais homem.(...) A divindade e a humanidade de Jesus não se separam, por isso que Ele é verdadeiro Deus e verdadeiro homem”.
E quando se fez homem entre os homens, Jesus chamou 12 apóstolos para seguir sua missão de difundir a Palavra de Deus na terra. Mas o chamado não parou por aí. A partir dessas 12 pessoas, a Igreja chamou outros para serem apóstolos da Igreja. Exemplo disso, segundo padre Toninho, são os bispos.
“Os bispos, são os sucessores dos apóstolos e nessa sucessão apostólica, a tradição apostólica vai sendo passada de geração a geração dentro da vida da Igreja. Então hoje, o chamado a viver uma apostolicidade, como assim nós chamamos na Igreja, é para todos os batizados, mas de modo especial para aqueles que têm um chamado especial como são os bispos”.
Mas, afinal, o que mudou no mundo a partir da vinda de Cristo? Padre Toninho lembrou que muita coisa mudou. O ponto destacado por ele foi o grande impulso evangelizador que os discípulos missionários tiveram após a vinda de Cristo, cujas palavras contidas no Evangelho exortam à pregação da Boa Nova a todas as criaturas.
“Se hoje nós temos essa presença da Igreja em vários lugares do mundo, é devido a isso: após a morte e ressurreição de Jesus, os discípulos foram impulsionados a sair em missão. Então eu vejo essa grande novidade da ressurreição de Jesus: o mundo que começou a conhecer a Palavra de Deus”.
Sendo uma das pessoas da Santíssima Trindade, Cristo é chamado pelos católicos como Senhor. O padre Antônio Justino Filho, padre Toninho, da Comunidade Canção Nova, explicou que isso se deve, primeiramente, ao fato de Jesus ser o Filho de Deus Pai. Além disso, Ele habitou entre os seres humanos, sendo a face do Deus que até então ninguém tinha visto.
“A pessoa do nosso Senhor Jesus Cristo é a imagem visível do Deus invisível (...) por isso ele é o Senhor, porque Ele ressuscitou, e sendo senhor Ele tem esse título de Kyrios: Senhor”.
Essa forma de se referir a Jesus tem um significado especial para os cristãos. O Youcat, recente versão do Catecismo da Igreja Católica voltada aos jovens, explica que dizer que Jesus é o Senhor implica no fato de que um cristão não deve se submeter a nenhum outro poder. Os cristãos conhecem o poder de Jesus não somente pelas profecias que anunciavam a vinda do Filho de Deus, mas por todos os milagres realizados.
Os fiéis reconhecem em Jesus a divindade, uma vez que é Deus, e a humanidade, pois se fez homem entre os homens. Quanto a isso, padre Toninho lembrou que as naturezas divina e humana de Cristo não se sobrepõem, ou seja, nenhuma é maior que a outra. “Ele não é nem mais Deus e nem mais homem.(...) A divindade e a humanidade de Jesus não se separam, por isso que Ele é verdadeiro Deus e verdadeiro homem”.
E quando se fez homem entre os homens, Jesus chamou 12 apóstolos para seguir sua missão de difundir a Palavra de Deus na terra. Mas o chamado não parou por aí. A partir dessas 12 pessoas, a Igreja chamou outros para serem apóstolos da Igreja. Exemplo disso, segundo padre Toninho, são os bispos.
“Os bispos, são os sucessores dos apóstolos e nessa sucessão apostólica, a tradição apostólica vai sendo passada de geração a geração dentro da vida da Igreja. Então hoje, o chamado a viver uma apostolicidade, como assim nós chamamos na Igreja, é para todos os batizados, mas de modo especial para aqueles que têm um chamado especial como são os bispos”.
Mas, afinal, o que mudou no mundo a partir da vinda de Cristo? Padre Toninho lembrou que muita coisa mudou. O ponto destacado por ele foi o grande impulso evangelizador que os discípulos missionários tiveram após a vinda de Cristo, cujas palavras contidas no Evangelho exortam à pregação da Boa Nova a todas as criaturas.
“Se hoje nós temos essa presença da Igreja em vários lugares do mundo, é devido a isso: após a morte e ressurreição de Jesus, os discípulos foram impulsionados a sair em missão. Então eu vejo essa grande novidade da ressurreição de Jesus: o mundo que começou a conhecer a Palavra de Deus”.
TODO NOVO DIA É PRECIOSO A AÇÃO DE DEUS
Todo
novo dia é a oportunidade preciosa para experimentar a ação de Deus.
Nem sempre somos capazes de enxergar esta presença divina nos conduzindo
pelos caminhos da vida. Esta foi também a dificuldade dos israelitas,
quando Deus os libertou da escravidão do Egito. Eles tiveram que
aprender a se deixar guiar e confiar em Deus. E quando desviavam o olhar
do Senhor, seguindo somente seus impulsos humanos, colhiam o fracasso.
Deus esta sempre ao nosso lado nos amparando com Sua Divina
Misericórdia. Ele jamais nos abandona ao nosso próprio destino. Mesmo
diante de nossos erros, não nos vira as costas, mas nos estende a mão
para nos levantar. Ele nos ama com amor eterno. CORAGEM!
Faça suas as palavras do Sl 9,5:
Entretanto, vós vedes tudo: observais os que penam e sofrem, a fim de tomar a causa deles em vossas mãos. É a vós que se abandona o infortunado, sois vós o amparo do órfão.
Padre Alberto Gambarini
Faça suas as palavras do Sl 9,5:
Entretanto, vós vedes tudo: observais os que penam e sofrem, a fim de tomar a causa deles em vossas mãos. É a vós que se abandona o infortunado, sois vós o amparo do órfão.
Padre Alberto Gambarini
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
A BATALHA ENTRE O HOMEM VELHO E O HOMEM NOVO
Eu venho falar a vocês sobre as consequências da nossa decisão, em
deixar Jesus entrar na nossa vida. Quando Ele entra, mexe nas nossas
estruturas. E quando isso acontece, há uma única condição: a santidade.
Sinto lhe informar que a sua vida não será mais a mesma a partir da sua decisão de seguir Jesus: “Entra, Senhor na minha vida!”.
A sua vida, meu irmão, já começou a mudar, e ela precisa mudar radicalmente. Não dá mais para você ter uma “vida velha”. E vida velha não é apenas o que diz respeito aos nossos pecados e fraquezas, mas também às nossas concepções em amar, viver e assim por diante.
Quem encontrou Jesus Cristo não permanece mais da mesma forma. E, se permanece do mesmo jeito, isto significa que, infelizmente, não teve um encontro pessoal com Ele.
Dunga, na pregação anterior, citou Zaqueu como exemplo de uma “virada radical”. Eu quero, agora, citar o apóstolo Paulo, o qual era conhecido pelo nome de Saulo. Acompanhe comigo:
“Saulo, entretanto, respirava ameaças de morte contra os discípulos do Senhor. Apresentou-se ao sumo sacerdote e pediu-lhe cartas de recomendação para as sinagogas de Damasco, a fim de trazer presos para Jerusalém os homens e mulheres que encontrasse, adeptos do Caminho. Durante a viagem, quando já estava perto de Damasco, de repente viu-se cercado por uma luz que vinha do céu. Caindo por terra, ouviu uma voz que lhe dizia: 'Saul, Saul, por que me persegues?' Saulo perguntou: 'Quem és tu, Senhor?' A voz respondeu: 'Eu sou Jesus, a quem tu estás perseguindo. Agora, levanta-te, entra na cidade, e ali te será dito o que deves fazer'". (Atos 9,1-6).
Sinto lhe informar que a sua vida não será mais a mesma a partir da sua decisão de seguir Jesus: “Entra, Senhor na minha vida!”.
A sua vida, meu irmão, já começou a mudar, e ela precisa mudar radicalmente. Não dá mais para você ter uma “vida velha”. E vida velha não é apenas o que diz respeito aos nossos pecados e fraquezas, mas também às nossas concepções em amar, viver e assim por diante.
Quem encontrou Jesus Cristo não permanece mais da mesma forma. E, se permanece do mesmo jeito, isto significa que, infelizmente, não teve um encontro pessoal com Ele.
Dunga, na pregação anterior, citou Zaqueu como exemplo de uma “virada radical”. Eu quero, agora, citar o apóstolo Paulo, o qual era conhecido pelo nome de Saulo. Acompanhe comigo:
“Saulo, entretanto, respirava ameaças de morte contra os discípulos do Senhor. Apresentou-se ao sumo sacerdote e pediu-lhe cartas de recomendação para as sinagogas de Damasco, a fim de trazer presos para Jerusalém os homens e mulheres que encontrasse, adeptos do Caminho. Durante a viagem, quando já estava perto de Damasco, de repente viu-se cercado por uma luz que vinha do céu. Caindo por terra, ouviu uma voz que lhe dizia: 'Saul, Saul, por que me persegues?' Saulo perguntou: 'Quem és tu, Senhor?' A voz respondeu: 'Eu sou Jesus, a quem tu estás perseguindo. Agora, levanta-te, entra na cidade, e ali te será dito o que deves fazer'". (Atos 9,1-6).
Temos a mania de “demonizar” Saulo, afirmando que ele era um sujeito
mau, cruel. Mas ele estava em busca da verdade. Mesmo do jeito errado,
havia, no coração daquele homem, uma enorme intenção de ser fiel a Deus.
Ele tinha o mesmo desejo que temos de viver uma vida que valha a pena.
Não se escandalize com aquilo que eu vou dizer agora, mas, atrás de todo
o pecado cometido, existe um desejo de ser feliz. Ou por acaso você
acha que o rapaz que “cheira um pó” faz isso para ficar mais triste?
Não. Ele faz para ser feliz. Do jeito errado, é evidente, mas, mesmo
assim, há um desejo de felicidade em seu coração. Daí a importância de levarmos a verdadeira felicidade aos outros, a qual consiste em termos encontrado Jesus Cristo.
Sabe quando você percebe uma voz diferente que fala ao seu coração ou, então, ouve uma música e diz: “Esta música tem algo de diferente, porque ela mexeu comigo”? No entanto, você não sabe explicar apenas com palavras? Então, foi isso que aconteceu com Saulo: aquela voz mexeu com o interior dele. E é esta mesma voz – a voz de Cristo - que quer, hoje, mexer com você.
Vocês precisam sair daqui com esta pergunta: “Jesus, o que o Senhor quer que eu faça?”. Você precisa sair daqui com esta pergunta que cria um impacto no seu coração.
Sabe quando você percebe uma voz diferente que fala ao seu coração ou, então, ouve uma música e diz: “Esta música tem algo de diferente, porque ela mexeu comigo”? No entanto, você não sabe explicar apenas com palavras? Então, foi isso que aconteceu com Saulo: aquela voz mexeu com o interior dele. E é esta mesma voz – a voz de Cristo - que quer, hoje, mexer com você.
Vocês precisam sair daqui com esta pergunta: “Jesus, o que o Senhor quer que eu faça?”. Você precisa sair daqui com esta pergunta que cria um impacto no seu coração.
A sua sede de felicidade tem um rosto e um nome: Jesus Cristo. Você está convencido disso, meu irmão?
O mundo está cheio de cristãos vazios em seu interior, os quais não se levantam mais para proclamar que encontraram a felicidade, que encontraram Jesus! O mundo tem necessidade deste nosso testemunho: “Eu encontrei a verdadeira felicidade! Eu encontrei o Senhor Jesus!”.
Saulo vivia a força que matava, a mesma força que nos persegue e nos tira a felicidade, a qual coloca o jovem nas drogas, nas baladas, na prostituição. A mesma força que coloca o homem no adultério, no consumismo desenfreado. Mas quando Saulo se encontra com Jesus, a sua força se transforma em fraqueza e o que era uma aparente fraqueza, torna-se a força permanente de sua vida.
Jesus é mais na sua história, Ele é mais na sua vida, pois Ele lhe dá vida nova. Mesmo vivendo esta luta constante do homem velho versus o homem novo segundo Deus, você busca o Senhor, busca os sacramentos, porque quer viver a santidade.
Precisamos dar nome a esse homem velho, porque, quando não fazemos isso, vamos ficando enfraquecidos. Um exemplo disso é o que acontece no adultério. Ele não acontece simplesmente quando se trai o próprio conjuge com outra pessoa numa cama. O adultério começa antes, com os anos anteriores de falta de diálogo, de carinho, de reconciliação na vida conjugal. Tudo isso, porque não a pessoa não foi dando nome aos fatos e acabou "desembocando" no ato de infidelidade. Compreende? Dar nome é tomar consciência!
É na confissão que vamos derrotando o homem velho, porque é ali que vamos dando nome e tomando consciência dos nossos pecados. Portanto, dê nome ao seu homem velho!
Você precisa ser um espelho do céu. As pessoas precisam ver em você este reflexo de uma vida nova. Você tem de sair deste encontro com “cara de céu”, meu irmão! Você precisa estar afeiçoado com as coisas do Alto. Nesta briga do homem velho com o homem novo, é preciso deixar o homem novo vencer.
Nós fomos feitos para o céu e não para o inferno. E assim como podemos antecipar o céu em nossas vidas, também podemos antecipar o inferno quando rejeitamos a Deus, quando deixamos que toda espécie de vício nos enfraqueça e nos deixe com aquele semblante triste e sem vida.
O nosso coração é feito para a eternidade e eu desejo esta felicidade sem fim. Deseje o céu, meu irmão! Vale a pena curtir esse mundo e não ser curtido por ele. Reconheça: o que o espera é infinitamente maior e melhor. Fomos feitos para o céu e existimos para a eternidade com Jesus. Que o homem novo vença neste combate diário.
O mundo está cheio de cristãos vazios em seu interior, os quais não se levantam mais para proclamar que encontraram a felicidade, que encontraram Jesus! O mundo tem necessidade deste nosso testemunho: “Eu encontrei a verdadeira felicidade! Eu encontrei o Senhor Jesus!”.
Saulo vivia a força que matava, a mesma força que nos persegue e nos tira a felicidade, a qual coloca o jovem nas drogas, nas baladas, na prostituição. A mesma força que coloca o homem no adultério, no consumismo desenfreado. Mas quando Saulo se encontra com Jesus, a sua força se transforma em fraqueza e o que era uma aparente fraqueza, torna-se a força permanente de sua vida.
Jesus é mais na sua história, Ele é mais na sua vida, pois Ele lhe dá vida nova. Mesmo vivendo esta luta constante do homem velho versus o homem novo segundo Deus, você busca o Senhor, busca os sacramentos, porque quer viver a santidade.
Precisamos dar nome a esse homem velho, porque, quando não fazemos isso, vamos ficando enfraquecidos. Um exemplo disso é o que acontece no adultério. Ele não acontece simplesmente quando se trai o próprio conjuge com outra pessoa numa cama. O adultério começa antes, com os anos anteriores de falta de diálogo, de carinho, de reconciliação na vida conjugal. Tudo isso, porque não a pessoa não foi dando nome aos fatos e acabou "desembocando" no ato de infidelidade. Compreende? Dar nome é tomar consciência!
É na confissão que vamos derrotando o homem velho, porque é ali que vamos dando nome e tomando consciência dos nossos pecados. Portanto, dê nome ao seu homem velho!
Você precisa ser um espelho do céu. As pessoas precisam ver em você este reflexo de uma vida nova. Você tem de sair deste encontro com “cara de céu”, meu irmão! Você precisa estar afeiçoado com as coisas do Alto. Nesta briga do homem velho com o homem novo, é preciso deixar o homem novo vencer.
Nós fomos feitos para o céu e não para o inferno. E assim como podemos antecipar o céu em nossas vidas, também podemos antecipar o inferno quando rejeitamos a Deus, quando deixamos que toda espécie de vício nos enfraqueça e nos deixe com aquele semblante triste e sem vida.
O nosso coração é feito para a eternidade e eu desejo esta felicidade sem fim. Deseje o céu, meu irmão! Vale a pena curtir esse mundo e não ser curtido por ele. Reconheça: o que o espera é infinitamente maior e melhor. Fomos feitos para o céu e existimos para a eternidade com Jesus. Que o homem novo vença neste combate diário.
Adriano Gonçalves
O SIGNIFICADO DA CRENÇA EM DEUS PAI
Creio
em Deus Pai todo poderoso, criador do céu e da terra. Esta é a primeira
frase da oração do Credo, trecho que reflete a crença dos fiéis em Deus
Pai. Esta profissão de fé, no entanto, às vezes passa despercebida pelo
fato de ser rezada rapidamente ou de modo mecânico, motivo pelo qual o
Papa Bento XVI pede maior atenção a esta oração em especial neste Ano da
Fé.
Quando se fala sobre a crença em Deus, junto a isso vêm as características de Deus, e uma delas é a unicidade. O professor Felipe Aquino, que é autor de vários livros sobre a doutrina da Igreja católica, lembrou que Deus é único, os fiéis acreditam em um único Deus, e não poderia ser diferente.
“Deus é absoluto, Deus não pode ser mais de um. Se houvesse dois deuses, um deles seria menor, então não seria Deus. A própria reflexão filosófica indica que não pode haver dois deuses e também porque isso foi revelado, Deus é absoluto, é a plenitude, tudo sabe, tudo pode”.
Santíssima Trindade: três deuses?
Mas alguns fiéis, mesmo acreditando na unicidade de Deus, ainda têm dúvidas quanto a isso tendo em vista que acreditam na Santíssima Trindade, ou seja, a crença de que Jesus também é Deus, assim como o Espírito Santo.
, Acredita-se em um só Deus, mas em três pessoas: Pai, Filho e Espírito Santo. Porém, ele destacou que as três pessoas não dividem a divindade, de forma que uma não possui mais majestade que a outra, e sim são igualmente Deus.
“O Pai é inteiramente Deus, o Filho é inteiramente Deus e o Espírito Santo é inteiramente Deus. Os três possuem a plenitude da divindade e formam um só Deus. A Igreja explica assim: é uma única natureza, uma única substância, mas com três pessoas distintas. Evidentemente é um mistério que a nossa inteligência não consegue entender 100%, mas por que nós aceitamos? Porque Jesus revelou”.
Onipotência
E assim como é único, Deus é onipotente. Acreditar nisso é acreditar que Deus de fato é aquele que tudo pode. , a onipotência de Deus lembrando a passagem bíblica em que o anjo conta a Maria sobre a concepção de João Batista, “porque a Deus nenhuma coisa é impossível” (Lc 1, 37). Isso tendo em vista que Isabel já estava na velhice e era tida como estéril.
E é devido a essa onipotência de Deus, segundo explicou professor Felipe, que às vezes o homem não entende as obras divinas, de forma que as aceita pela fé. “Ele (Deus) nos revelou e nós acreditamos Nele”, disse.
Por que Deus é Pai?
Mesmo professando que Deus é Pai e se deparando com explicações que comprovam essa crença, às vezes encontra-se pessoas que não se sentem filhas de Deus, que não entendem porquê Deus é Pai.
Quanto a isso, o professor explicou que o ser humano foi criado por Deus, não há outra explicação. “Nossos pais foram cooperadores com Deus, mas ninguém pode dar a vida, só Deus, e quem dá a vida é o Pai. Então essas reflexões todas, a revelação bíblica em que nós confiamos mostra Deus como Pai”.
E como mais uma prova, destacou o amor de Deus por todos os seus filhos. “São João diz (Jo 3, 16) que Deus amou-nos a tal ponto que deu seu Filho único para morrer por nós na cruz para que a gente não se perdesse. Não tem amor maior do que isso. O amor de Deus é de Pai, é explícito, agora é preciso ter fé para acreditar nisso”,
Quando se fala sobre a crença em Deus, junto a isso vêm as características de Deus, e uma delas é a unicidade. O professor Felipe Aquino, que é autor de vários livros sobre a doutrina da Igreja católica, lembrou que Deus é único, os fiéis acreditam em um único Deus, e não poderia ser diferente.
“Deus é absoluto, Deus não pode ser mais de um. Se houvesse dois deuses, um deles seria menor, então não seria Deus. A própria reflexão filosófica indica que não pode haver dois deuses e também porque isso foi revelado, Deus é absoluto, é a plenitude, tudo sabe, tudo pode”.
Santíssima Trindade: três deuses?
Mas alguns fiéis, mesmo acreditando na unicidade de Deus, ainda têm dúvidas quanto a isso tendo em vista que acreditam na Santíssima Trindade, ou seja, a crença de que Jesus também é Deus, assim como o Espírito Santo.
, Acredita-se em um só Deus, mas em três pessoas: Pai, Filho e Espírito Santo. Porém, ele destacou que as três pessoas não dividem a divindade, de forma que uma não possui mais majestade que a outra, e sim são igualmente Deus.
“O Pai é inteiramente Deus, o Filho é inteiramente Deus e o Espírito Santo é inteiramente Deus. Os três possuem a plenitude da divindade e formam um só Deus. A Igreja explica assim: é uma única natureza, uma única substância, mas com três pessoas distintas. Evidentemente é um mistério que a nossa inteligência não consegue entender 100%, mas por que nós aceitamos? Porque Jesus revelou”.
Onipotência
E assim como é único, Deus é onipotente. Acreditar nisso é acreditar que Deus de fato é aquele que tudo pode. , a onipotência de Deus lembrando a passagem bíblica em que o anjo conta a Maria sobre a concepção de João Batista, “porque a Deus nenhuma coisa é impossível” (Lc 1, 37). Isso tendo em vista que Isabel já estava na velhice e era tida como estéril.
E é devido a essa onipotência de Deus, segundo explicou professor Felipe, que às vezes o homem não entende as obras divinas, de forma que as aceita pela fé. “Ele (Deus) nos revelou e nós acreditamos Nele”, disse.
Por que Deus é Pai?
Mesmo professando que Deus é Pai e se deparando com explicações que comprovam essa crença, às vezes encontra-se pessoas que não se sentem filhas de Deus, que não entendem porquê Deus é Pai.
Quanto a isso, o professor explicou que o ser humano foi criado por Deus, não há outra explicação. “Nossos pais foram cooperadores com Deus, mas ninguém pode dar a vida, só Deus, e quem dá a vida é o Pai. Então essas reflexões todas, a revelação bíblica em que nós confiamos mostra Deus como Pai”.
E como mais uma prova, destacou o amor de Deus por todos os seus filhos. “São João diz (Jo 3, 16) que Deus amou-nos a tal ponto que deu seu Filho único para morrer por nós na cruz para que a gente não se perdesse. Não tem amor maior do que isso. O amor de Deus é de Pai, é explícito, agora é preciso ter fé para acreditar nisso”,
NÓS NÃO SOMOS ÓRFÃOS
Recorramos, hoje, a São José com toda a confiança, porque, da mesma
forma que ele cuidou de Maria e Jesus, ele quer cuidar de nós. Veja que
belo testemunho de Santa Teresa D’Ávila a respeito de São José:
“Assim, tomei por advogado e senhor o glorioso São José, encomendando-me
muito a ele. Vi com clareza que esse pai e senhor meu me salvou,
fazendo mais do que eu podia pedir, tanto dessa necessidade como de
outras maiores, referentes à honra e à perda da alma. Não me favores que
Deus me concedeu de que me livrou. Se a outros santos o Senhor parece
ter concedido a graça de socorrer uma dada necessidade, a esse Santo
glorioso, a minha experiência mostra que Deus permite socorrer em todas,
querendo dar a entender que São José, por ter-lhe sido submisso na
terra, na qualidade de pai adotivo, tem no céu todos os seus pedidos
atendidos.
O mesmo viram, por experiência própria, outras pessoas a quem aconselhei
que se encomendassem a ele, também por experiência; e há hoje muitas
que lhe são devotas de novo, experimentando essa verdade.
Eu queria persuadir a todos para serem devotos desse glorioso santo,
pela minha grande experiência de quantos bens alcança de Deus. Não
conheço nenhuma pessoa que realmente lhe seja devota e a ele se dedique
particularmente, que não progrida na virtude; porque ele ajuda muito as
almas que a ele se encomendam. Há alguns anos, sempre lhe peço, em seu
dia, alguma coisa, nunca deixando de ser atendida. Se a petição vai algo
torcida, ele a endireita para maior bem meu.”
São José, valei-nos!
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
CREIO NA SANTA IGREJA
A Igreja é a Esposa de Cristo
O nosso Catecismo diz que a Igreja é
“um projeto nascido no coração do Pai” (§759) e que “ela é a reação ao
caos que o pecado introduziu no mundo”. O Senhor decidiu então reunir
todos os homens em Seu Filho, cabeça da Igreja, para trazê-los de volta a
si após a dispersão que o pecado gerou na família de Deus. A Igreja é,
no mundo presente, o sacramento da salvação, o sinal e o instrumento da
comunhão de Deus e dos homens.
Ela é o povo de Deus que caminha com Ele: "Vós sois uma raça eleita, um sacerdócio régio, uma nação santa, o Povo de sua particular propriedade" (1 Pd 2,9). Passamos a pertencer à Igreja pelo batismo e pela fé. Todos os homens são chamados a fazer parte do povo de Deus, a fim de que, em Cristo, os homens constituam uma só família e um só povo.
A Igreja é o Corpo de Cristo. Pelo Espírito Santo e pela Sua ação nos sacramentos, sobretudo na Eucaristia, Cristo forma a comunidade dos fiéis como Seu Corpo. Nesta unidade, existe diversidade de membros, de carismas, ministérios e de funções. Todos os membros estão ligados uns aos outros, particularmente aos que sofrem.
A cabeça da Igreja, deste Corpo, é o Cristo: ela vive d'Ele, n'Ele e por Ele; Ele vive com ela e nela. A Igreja é a Esposa de Cristo: ele a amou e entregou-se por ela. Purificou-a com Seu Sangue. Fez dela a Mãe fecunda de todos os filhos de Deus. Por isso São Paulo disse: “Maridos, amai as vossas esposas como Cristo amou a Igreja e se entregou por ela” (Ef 5,25). Cristo morreu na Cruz por Sua Igreja, Sua Esposa.
Ela é o povo de Deus que caminha com Ele: "Vós sois uma raça eleita, um sacerdócio régio, uma nação santa, o Povo de sua particular propriedade" (1 Pd 2,9). Passamos a pertencer à Igreja pelo batismo e pela fé. Todos os homens são chamados a fazer parte do povo de Deus, a fim de que, em Cristo, os homens constituam uma só família e um só povo.
A Igreja é o Corpo de Cristo. Pelo Espírito Santo e pela Sua ação nos sacramentos, sobretudo na Eucaristia, Cristo forma a comunidade dos fiéis como Seu Corpo. Nesta unidade, existe diversidade de membros, de carismas, ministérios e de funções. Todos os membros estão ligados uns aos outros, particularmente aos que sofrem.
A cabeça da Igreja, deste Corpo, é o Cristo: ela vive d'Ele, n'Ele e por Ele; Ele vive com ela e nela. A Igreja é a Esposa de Cristo: ele a amou e entregou-se por ela. Purificou-a com Seu Sangue. Fez dela a Mãe fecunda de todos os filhos de Deus. Por isso São Paulo disse: “Maridos, amai as vossas esposas como Cristo amou a Igreja e se entregou por ela” (Ef 5,25). Cristo morreu na Cruz por Sua Igreja, Sua Esposa.
A Igreja é o Templo do Espírito Santo. Ele á a alma desse Corpo Místico,
princípio de sua vida, da unidade na diversidade e da riqueza de seus
dons e carismas. Santo Agostinho disse que, quanto mais alguém ama a
Igreja, tanto mais é cheio do Espírito Santo. Esta é a identidade dela:
una, santa, católica e apostólica.
Somente a Igreja fundada por Jesus, sobre Pedro e os apóstolos tem essa
identidade, garantia e plenitude. O Catecismo diz uma verdade muito
importante: "A única Igreja de Cristo, que no símbolo confessamos una,
santa, católica e apostólica, subsiste na Igreja Católica, governada
pelo Sucessor de Pedro e pelos bispos em comunhão com ele, embora, fora
de sua estrutura visível, encontrem-se numerosos elementos de
santificação e de verdade " (§870).
Católica quer dizer universal, enviada para levar o Evangelho e a salvação a todos os povos; católica também significa que ela anuncia a “totalidade da fé”; traz em si e administra “a plenitude dos meios de salvação”; abarca todos os tempos; “ela é, por sua própria natureza, missionária” (Ad Gentes 2).
A Igreja é apostólica, porque foi fundada sobre os apóstolos (Ef 2,20; Ap 21,14), testemunhas escolhidas e enviadas em missão pelo próprio Cristo (Mt 28,16-20; At 1,8; 1Cor 9,1; 15,7-8; Gl 1,1 etc).
Jesus escolheu São Pedro como fundamento visível de Sua Igreja. Entregou-lhe suas chaves. O Bispo da Igreja de Roma, sucessor de São Pedro, é "a cabeça do colégio dos bispos, vigário de Cristo e, aqui na Terra, pastor da Igreja"; é o Papa. Ele tem, por instituição divina, poder supremo, pleno, imediato e universal no que se refere à salvação das almas. Os bispos, estabelecidos pelo Espírito Santo (At 20,28), sucedem os apóstolos.
A Igreja é indestrutível (Mt 16,18) e infalivelmente mantida na verdade (Jo 14,25; 16,13): Cristo a governa por meio de Pedro e dos demais apóstolos e seus sucessores, o Papa e o colégio dos bispos. Afirma o Catecismo que “a única Igreja de Cristo, que no Símbolo confessamos una, santa, católica e apostólica, subsiste na Igreja Católica, governada pelo sucessor de Pedro e pelos bispos em comunhão com ele (LG 8).”
A Igreja ensina que “o grau supremo da participação na autoridade de Cristo é assegurada pelo carisma da infalibilidade. Esta tem a mesma extensão que o depósito da revelação divina (LG 25), estende-se ainda a todos os elementos de doutrina, incluindo a moral, sem os quais as verdades salutares da fé não podem ser preservadas, expostas ou observadas (Mysterium Ecclesiae, 3).
A Igreja é una, ela tem um só Senhor, confessa uma só fé, nasce de um só batismo, forma um só Corpo, vivificado por um só Espírito em vista de uma única esperança (Ef 4,3-5). A Igreja é una também porque tem uma só Liturgia em todo o mundo e um só governo. A Igreja é, ao mesmo tempo, visível e espiritual, é uma sociedade hierárquica e Corpo Místico de Cristo. Ela é formada de um elemento humano e um elemento divino. Somente a fé pode acolher este mistério
Felipe Aquino.
PRECISAMOS LEVAR OS NOSSOS PARA O CÉU
A Palavra de Deus é sempre linda, mesmo quando precisa ser severa. Veja que beleza este Evangelho: "Não se perturbe o vosso coração, tendes fé em Deus, tendes fé em mim também" (Jo
14,1). Humanamente falando, seria uma ousadia para aqueles que viam
Jesus como um homem ter fé também n'Ele. O Senhor estava lhes mostrando,
continuamente, quem Ele era. No entanto, Ele não era o Messias esperado
pelo povo judeu. Eles esperavam alguém que "virasse a mesa" e os
fizesse soberanos de todos os povos. Porém, Jesus era um Messias
totalmente diferente. Ele era o próprio Filho de Deus enviado por seu
Pai, por isso pode dizer: "Tendes fé em Deus e também em mim".
Meu filho, minha filha, Jesus foi à frente, pois só Ele poderia abrir o caminho para você e para cada um dos seus. Aí está a nossa responsabilidade. Há uma morada no céu para você e para seus pais, para cada um de seus filhos, sobrinhos, enfim, para os seus. Não apenas para aqueles que convivem conosco no âmbito familiar, embora sejam eles pelos quais temos mais responsabilidades.
Você vai querer estar na casa do Pai sozinho? Enquanto seu marido ou sua esposa está morando em outro lugar? Claro que não! É por isso que Deus uniu vocês. É por isso que lhe deu seus filhos, amigos, entre outros. Para que os leve para o céu junto com você! Reze por eles! Não desista de ninguém!
Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção NovaMeu filho, minha filha, Jesus foi à frente, pois só Ele poderia abrir o caminho para você e para cada um dos seus. Aí está a nossa responsabilidade. Há uma morada no céu para você e para seus pais, para cada um de seus filhos, sobrinhos, enfim, para os seus. Não apenas para aqueles que convivem conosco no âmbito familiar, embora sejam eles pelos quais temos mais responsabilidades.
Você vai querer estar na casa do Pai sozinho? Enquanto seu marido ou sua esposa está morando em outro lugar? Claro que não! É por isso que Deus uniu vocês. É por isso que lhe deu seus filhos, amigos, entre outros. Para que os leve para o céu junto com você! Reze por eles! Não desista de ninguém!
Monsenhor Jonas Abib
NÃO PODEMOS FICAR ESCRAVOS DO MEDO
Não
podemos nos tornar escravos do medo; ao contrário, temos de lutar
contra esse sentimento, sempre confiando em Deus. Na verdade, o que o
inimigo quer é que nos tornemos escravos dele [medo] e da doença para
que fiquemos mergulhados na autopiedade e revoltados com Deus e com as
pessoas que estão à nossa volta.
Por isso, se você está doente, reze, peça oração e procure um médico. Esse profissional possui os meios para nos ajudar. Não se entregue ao desespero, pois a medicina provém de Deus (cf. Eclesiástico 38,9-12).
Na hora da dor abandone-se nas mãos do Senhor, lute para não murmurar e não entregue a sua alma à tristeza. Una-se à cruz de Cristo oferecendo todo o seu sofrimento em desagravo aos pecados cometidos contra o Sagrado Coração de Jesus, pela conversão dos pecadores, pela conversão de seus familiares e pelas almas do purgatório, entregando tudo como sacrifício agradável ao Senhor.
Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova
Por isso, se você está doente, reze, peça oração e procure um médico. Esse profissional possui os meios para nos ajudar. Não se entregue ao desespero, pois a medicina provém de Deus (cf. Eclesiástico 38,9-12).
Na hora da dor abandone-se nas mãos do Senhor, lute para não murmurar e não entregue a sua alma à tristeza. Una-se à cruz de Cristo oferecendo todo o seu sofrimento em desagravo aos pecados cometidos contra o Sagrado Coração de Jesus, pela conversão dos pecadores, pela conversão de seus familiares e pelas almas do purgatório, entregando tudo como sacrifício agradável ao Senhor.
Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
NÃO VOS PREOCUPEIS COM DIA DA AMANHÃ
O inimigo entra na nossa casa por meio de muitas situações como raiva, gritos e ofensas
porque da nossa boca saem coisas negativas em vez de bênçãos. O maligno quer destruir nossas famílias, por isso, peçamos sempre a Deus as bênçãos, a fim de que possamos combater a força do mal.
“Ninguém pode servir a dois senhores, porque ou odiará a um e amará o outro, ou dedicar-se-á a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e à riqueza. Portanto, eis que vos digo: não vos preocupeis por vossa vida, pelo que comereis, nem por vosso corpo, pelo que vestireis. A vida não é mais do que o alimento e o corpo não é mais que as vestes? Olhai as aves do céu: não semeiam nem ceifam, nem recolhem nos celeiros e vosso Pai celeste as alimenta. Não valeis vós muito mais que elas? Qual de vós, por mais que se esforce, pode acrescentar um só côvado à duração de sua vida? E por que vos inquietais com as vestes? Considerai como crescem os lírios do campo; não trabalham nem fiam. Entretanto, eu vos digo que o próprio Salomão no auge de sua glória não se vestiu como um deles. Se Deus veste assim a erva dos campos, que hoje cresce e amanhã será lançada ao fogo, quanto mais a vós, homens de pouca fé? Não vos aflijais, nem digais: Que comeremos? Que beberemos? Com que nos vestiremos?São os pagãos que se preocupam com tudo isso. Ora, vosso Pai celeste sabe que necessitais de tudo isso. Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça e todas estas coisas vos serão dadas em acréscimo. Não vos preocupeis, pois, com o dia de amanhã: o dia de amanhã terá as suas preocupações próprias. A cada dia basta o seu cuidado.” (São Matheus 6,24-34).
Estas palavras nos ensinam como vencer o mal diante das situações complicadas que acontecem na nossa casa, para que aprendamos a rezar e abençoar nosso lar.
Existem muitas agitações em nossa casa: os pais se preocupam com a educação dos filhos, o caráter, o lazer, com a qualidade das coisas que dão a eles, mas, com isso, acabam trabalhando e estudando para se atualizar no trabalho e ganhar mais; preocupam-se com roupas, com a moda. No entanto, eles não têm tempo um para outro e se esquecem de buscar Deus, de ir à Missa aos domingos.
Deus nos mostra, diante de tudo isso, que as grandes preocupações geram desconfiança, medo e não nos permitem realizar o necessário. Devido às tantas preocupações com as dívidas, os pais se esquecem dos detalhes, esquecem-se de olhar um para o outro e acabam deixando que a frieza e o esposo(a) pensem que um não está ajudando o outro, pois já não descansam mais. Afastaram-se do amor de Cristo.
Contudo, Jesus nos dá toda possibilidade para trabalhar, mas precisamos buscar Deus, convidá-Lo a entrar no nosso lar, participar da Missa, pois, muitas vezes, a pessoa está tão preocupada que acaba não absorvendo nada na Santa Missa de tanta preocupação, por estar com o pensamento em outros lugares.
A desconfiança do amor de Deus gera desconfiança no próximo. Essa situação de desconfiança nos afasta das pessoas, amigos e familiares.
Desconfiando tanto, acabamos já não confiando em nós mesmos. Não vemos mais valores em ninguém, são tantas coisas negativas que nada ao nosso redor é bom. A casa não está boa, o trabalho é ruim, os filhos não têm valores, porque os olhos estão voltados para o negativo; só vemos trevas na vida, tudo isso porque estamos longe de Deus. É preciso buscar e estar com os olhos voltado para Nosso Senhor Jesus Cristo, para que a luz possa entra no nosso lar.
Portanto, quando buscamos Jesus Cristo, Ele nós ajuda a olhar melhor para nosso próximo, elogiar os filhos e esposo(a), porque as preocupações nos consomem.
Quando Deus está longe da nossa casa e estamos sem Ele no coração, o egoismo toma conta da nossa vida e acaba saindo coisas ruins da nossa boca como raiva e ódio, pois só falamos daquilo que o coração está cheio. Precisamos abençoar nossa vida e não amaldiçoá-la.
Muitas vezes, deixamos as preocupações tomarem conta de tudo, por isso precisamos viver com o Senhor, rezar na caminhada ao trabalho, no ônibus, abençoar nossos filhos e esposo(a), sempre perdoando-os, porque não pode proceder da nossa boca maldição. Temos de sempre dialogar em família, para que tudo seja esclarecido e cada um saiba o que o outro está passando, seja nos estudos, em casa, financeiramente... Sempre entregue seus problemas a Deus.
O Senhor quer mostrar para nós que podemos nos libertar das preocupações e ter uma vida nova, porque tudo o que temos não é nosso, mas de Deus.
Padre Vagner Baia
porque da nossa boca saem coisas negativas em vez de bênçãos. O maligno quer destruir nossas famílias, por isso, peçamos sempre a Deus as bênçãos, a fim de que possamos combater a força do mal.
“Ninguém pode servir a dois senhores, porque ou odiará a um e amará o outro, ou dedicar-se-á a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e à riqueza. Portanto, eis que vos digo: não vos preocupeis por vossa vida, pelo que comereis, nem por vosso corpo, pelo que vestireis. A vida não é mais do que o alimento e o corpo não é mais que as vestes? Olhai as aves do céu: não semeiam nem ceifam, nem recolhem nos celeiros e vosso Pai celeste as alimenta. Não valeis vós muito mais que elas? Qual de vós, por mais que se esforce, pode acrescentar um só côvado à duração de sua vida? E por que vos inquietais com as vestes? Considerai como crescem os lírios do campo; não trabalham nem fiam. Entretanto, eu vos digo que o próprio Salomão no auge de sua glória não se vestiu como um deles. Se Deus veste assim a erva dos campos, que hoje cresce e amanhã será lançada ao fogo, quanto mais a vós, homens de pouca fé? Não vos aflijais, nem digais: Que comeremos? Que beberemos? Com que nos vestiremos?São os pagãos que se preocupam com tudo isso. Ora, vosso Pai celeste sabe que necessitais de tudo isso. Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça e todas estas coisas vos serão dadas em acréscimo. Não vos preocupeis, pois, com o dia de amanhã: o dia de amanhã terá as suas preocupações próprias. A cada dia basta o seu cuidado.” (São Matheus 6,24-34).
Estas palavras nos ensinam como vencer o mal diante das situações complicadas que acontecem na nossa casa, para que aprendamos a rezar e abençoar nosso lar.
Existem muitas agitações em nossa casa: os pais se preocupam com a educação dos filhos, o caráter, o lazer, com a qualidade das coisas que dão a eles, mas, com isso, acabam trabalhando e estudando para se atualizar no trabalho e ganhar mais; preocupam-se com roupas, com a moda. No entanto, eles não têm tempo um para outro e se esquecem de buscar Deus, de ir à Missa aos domingos.
Deus nos mostra, diante de tudo isso, que as grandes preocupações geram desconfiança, medo e não nos permitem realizar o necessário. Devido às tantas preocupações com as dívidas, os pais se esquecem dos detalhes, esquecem-se de olhar um para o outro e acabam deixando que a frieza e o esposo(a) pensem que um não está ajudando o outro, pois já não descansam mais. Afastaram-se do amor de Cristo.
Contudo, Jesus nos dá toda possibilidade para trabalhar, mas precisamos buscar Deus, convidá-Lo a entrar no nosso lar, participar da Missa, pois, muitas vezes, a pessoa está tão preocupada que acaba não absorvendo nada na Santa Missa de tanta preocupação, por estar com o pensamento em outros lugares.
A desconfiança do amor de Deus gera desconfiança no próximo. Essa situação de desconfiança nos afasta das pessoas, amigos e familiares.
Desconfiando tanto, acabamos já não confiando em nós mesmos. Não vemos mais valores em ninguém, são tantas coisas negativas que nada ao nosso redor é bom. A casa não está boa, o trabalho é ruim, os filhos não têm valores, porque os olhos estão voltados para o negativo; só vemos trevas na vida, tudo isso porque estamos longe de Deus. É preciso buscar e estar com os olhos voltado para Nosso Senhor Jesus Cristo, para que a luz possa entra no nosso lar.
Portanto, quando buscamos Jesus Cristo, Ele nós ajuda a olhar melhor para nosso próximo, elogiar os filhos e esposo(a), porque as preocupações nos consomem.
Quando Deus está longe da nossa casa e estamos sem Ele no coração, o egoismo toma conta da nossa vida e acaba saindo coisas ruins da nossa boca como raiva e ódio, pois só falamos daquilo que o coração está cheio. Precisamos abençoar nossa vida e não amaldiçoá-la.
Muitas vezes, deixamos as preocupações tomarem conta de tudo, por isso precisamos viver com o Senhor, rezar na caminhada ao trabalho, no ônibus, abençoar nossos filhos e esposo(a), sempre perdoando-os, porque não pode proceder da nossa boca maldição. Temos de sempre dialogar em família, para que tudo seja esclarecido e cada um saiba o que o outro está passando, seja nos estudos, em casa, financeiramente... Sempre entregue seus problemas a Deus.
O Senhor quer mostrar para nós que podemos nos libertar das preocupações e ter uma vida nova, porque tudo o que temos não é nosso, mas de Deus.
Padre Vagner Baia
PORQUE JESUS NÃO LIBERTA IMEDIATAMENTE
Quantas
vêzes você já se perguntou por que Deus nem sempre o liberta de seus
problemas imediatamente? Somente Deus sabe o que precisa ser feito na
vida de seus filhos, bem como o tempo perfeito para isso acontecer. Você
nem sempre será liberto da suas aflições no exato momento em que invoca
o Senhor. Algumas vezes, terá que suportar por um tempo, ser paciente e
continuar pela fé. Agradeça a Deus por esses momentos durante os quais o
Senhor decide, por alguma razão, não livrá-lo imediatamente. Ele sempre
dará a graça e a força de que você precisa para prosseguir até a
vitória final. "Basta-te minha graça, porque é na fraqueza que se revela
totalmente a minha força." (2Cor 12,9)
Senhor, ensina-me a saber
esperar a Tua resposta. Tu jamais desamparas quem em Ti confia. Renova
em mim o fogo da Tua graça. Amém
Padre Alberto Gambarini
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
JESUS CRISTO É MEU SENHOR
Comece
fazendo o que é necessário, depois o que é possível e, de repente, você
estará fazendo o impossível" (São Francisco de Assis).
Volto a repetir: Para nós católicos está sendo uma vergonha como estamos vivendo os domingos e os feriados santos, pois para muitos de nós esses dias são sinônimos de festas, viagens e descanso. Estamos os vivendo de qualquer jeito, por isso a Nova Era vem tomando conta desses dias. Mas também há aqueles que os vivem adequadamente, mas Cristo não é o Senhor em suas casas; de forma que estão vivendo uma farsa, esquecendo-se de que a vinda do Senhor está cada vez mais próxima... São como os sepulcros caiados de que falam os Evangelhos.
Precisamos reverter tudo e colocar o Senhor como o primeiro em nossas vidas, proclamando: Jesus Cristo é o meu Senhor!
É preciso que o Senhor seja o Senhor da sua família, do seu trabalho, do seu namoro, matrimônio. De tudo! É necessário "arregaçarmos as mangas". Nós precisamos mudar enquanto há tempo, por isso, peçamos que o Espírito Santo nos ajude.
Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova
Volto a repetir: Para nós católicos está sendo uma vergonha como estamos vivendo os domingos e os feriados santos, pois para muitos de nós esses dias são sinônimos de festas, viagens e descanso. Estamos os vivendo de qualquer jeito, por isso a Nova Era vem tomando conta desses dias. Mas também há aqueles que os vivem adequadamente, mas Cristo não é o Senhor em suas casas; de forma que estão vivendo uma farsa, esquecendo-se de que a vinda do Senhor está cada vez mais próxima... São como os sepulcros caiados de que falam os Evangelhos.
Precisamos reverter tudo e colocar o Senhor como o primeiro em nossas vidas, proclamando: Jesus Cristo é o meu Senhor!
É preciso que o Senhor seja o Senhor da sua família, do seu trabalho, do seu namoro, matrimônio. De tudo! É necessário "arregaçarmos as mangas". Nós precisamos mudar enquanto há tempo, por isso, peçamos que o Espírito Santo nos ajude.
Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova
JESUS É A NOSSA ALEGRIA !
Jesus é a nossa alegria. Viver sem Deus é estar perdido. Jesus veio para nos trazer de volta para Deus. Salvação é isso: é voltar para Deus!
O verbo assumiu um corpo como nós em tudo, exceto no pecado. Houveram várias heresias que negavam a humanidade de Cristo, ou seja dizer que Jesus não tinha alma humana. Se assim fosse ele não poderia ser a ponte entre Deus e o homem. Jesus veio restaurar uma ponte entre o homem e Deus.
O Pecado derrubou a ponte que ligava a humanidade com Deus e Jesus restabelece essa ligação com Ele. Jesus é o pontífice que veio para ligar o homem ao seu criador.
Nos EUA os ateus querem negar a existência do natal dizendo que é um mito. E os cristãos americanos por sua vez rebatem dizendo: Isso é real. Precisamos assumir cada vez mais essa realidade para que ela não se perca.
Jesus se fez pobre para nos enriquecer com sua divindade. Por que Jesus se esconde na Eucaristia? Por que Ele teima em ser assim tão humilde? Por que ele quer ser tão humilde na manjedoura, no calvário, na eucaristia? Jesus não quer assustar ninguém por isso, Ele não mostra sua glória.
O verbo assumiu um corpo como nós em tudo, exceto no pecado. Houveram várias heresias que negavam a humanidade de Cristo, ou seja dizer que Jesus não tinha alma humana. Se assim fosse ele não poderia ser a ponte entre Deus e o homem. Jesus veio restaurar uma ponte entre o homem e Deus.
O Pecado derrubou a ponte que ligava a humanidade com Deus e Jesus restabelece essa ligação com Ele. Jesus é o pontífice que veio para ligar o homem ao seu criador.
Nos EUA os ateus querem negar a existência do natal dizendo que é um mito. E os cristãos americanos por sua vez rebatem dizendo: Isso é real. Precisamos assumir cada vez mais essa realidade para que ela não se perca.
Jesus se fez pobre para nos enriquecer com sua divindade. Por que Jesus se esconde na Eucaristia? Por que Ele teima em ser assim tão humilde? Por que ele quer ser tão humilde na manjedoura, no calvário, na eucaristia? Jesus não quer assustar ninguém por isso, Ele não mostra sua glória.
Jesus diz: Venha não tenha medo de mim! Eu estou aqui para te ouvir. Jesus
não mostra sua glória como tal, porque senão você teria que morrer. Se
virmos a Deus em sua glória, morreremos, o corpo desintegra. Então
podemos encontrar o Senhor escondido em sua humildade no presépio, na
cruz e na eucaristia.
Quero trazer para você a diferença de alegria e do prazer. O prazer é diferente da alegria porque depois que ele passa ele deixa sabor de morte, enquanto alegria deixa vida.
“A alegria do coração é a vida do homem, e um inesgotável tesouro de santidade. A alegria do homem torno a mais longa a sua vida.”(Eclesiástico 30,23)
Quero trazer para você a diferença de alegria e do prazer. O prazer é diferente da alegria porque depois que ele passa ele deixa sabor de morte, enquanto alegria deixa vida.
“A alegria do coração é a vida do homem, e um inesgotável tesouro de santidade. A alegria do homem torno a mais longa a sua vida.”(Eclesiástico 30,23)
Se você quer ser feliz você tem que lutar pela santidade! É simples de entender mas é difícil de viver.
1)Viver os mandamentos de Deus
2)Fugir do pecado
3)Aceitar a vontade de Deus naquilo que você não pode mudar
Cristo é nossa paz! Cristo é nossa alegria! Louvado Seja Nosso Senhor Jesus Cristo!
1)Viver os mandamentos de Deus
2)Fugir do pecado
3)Aceitar a vontade de Deus naquilo que você não pode mudar
Cristo é nossa paz! Cristo é nossa alegria! Louvado Seja Nosso Senhor Jesus Cristo!
Felipe Aquino
domingo, 16 de dezembro de 2012
ARRUMAR A CASA
A Palavra de Deus pede atitudes novas
Deus
nos concedeu a capacidade para expressar o que vai na alma por meio de
sinais exteriores. Muda a face de uma cidade como Belém quando é Círio
"outra vez". A estação de festas juninas tem seu colorido próprio.
Férias têm roupa adequada, viagem preparada, lazer que toma conta do
tempo. Festa de aniversário de criança sem bolo, doces, velinhas,
parabéns, ficaria sem graça! Por outro lado, não se vai a um velório do
mesmo jeito que se vai à praia. E casamento, então? Roupa nova, vestidos
deslumbrantes, o terno alinhado... É bom ser assim, ter cara de domingo
e jeito de dia de trabalho. A rotina se transforma e a vida fica mais
bonita.Quando vem o Natal,
com ele fim de ano, gratidão, festas, enfeites, tudo a ser preparado
para ser bem vivido. A Igreja sabe do ritmo humano da vida e o preenche
com o que existe de melhor, pois nos oferece o mistério de Cristo vivido
nesse tempo. Nossa vida, nossos passos e nossas festas ganham sentido
novo.
O final do ano traz consigo o convite à renovação de vida, exame de consciência, propósitos novos, desejo de recomeçar. Para os cristãos não há qualquer perspectiva mágica na mudança do calendário, mas somos chamados à renovação contínua pela graça de Deus, na medida em que o mistério de Cristo é celebrado e acolhido com crescente consciência. O tempo não é um ciclo implacável e cansativo, mas oportunidade privilegiada oferecida por Deus a seus filhos. E a Igreja celebra, neste período, algumas realidades marcantes, correspondentes à ação amorosa de Deus, que nos enviou Seu Filho como Salvador e Redentor.
“Advento” é a primeira palavra que chama atenção nos dias que correm. O contato com Deus não nos deixa estáticos, imóveis diante de uma realidade fechada. O Senhor é dinâmico em Sua presença e em Seu plano de salvação a favor da humanidade. Foi verdadeira peregrinação o caminho feito com Seu povo no Antigo Testamento. Os profetas foram portadores da mensagem da esperança, ajudando muitas gerações a não perderem a perspectiva dos dons de Deus. E Jesus Cristo, Filho de Deus, Deus verdadeiro e Homem verdadeiro, é alguém que chega, passa pela magnífica e desafiadora realidade da família, num tempo de perseguições e incompreensões, mas “vem”, entra nas estruturas do mundo, participa de tudo, menos do pecado, justamente porque veio para salvar do pecado e da morte. O apelo é ao acolhimento da iniciativa de Deus e a resposta alegre ao seu amor.
Daqui a poucos dias, o Natal será a luz para entender os sentimentos humanos e unir pessoas e famílias. O nascimento de um Menino – e que Menino! – continua a deixar o mundo extasiado. O mistério da vida, dom de Deus, permanecerá como farol que ilumina as gerações. Os cristãos se agarrem a esta realidade, tomem posse da bandeira do Natal de Cristo, com Ele apostem na vida e defendam-na, façam tudo para que o sorriso do Menino de Belém se reflita em tantas crianças, de todas as idades, para que não se apague a vida e a esperança.
Logo a seguir, o “palco” do Natal se abrirá para observarmos os detalhes: a Sagrada Família, a Mãe de Deus, os pastores que acorreram a Belém e, enfim, os Magos que vieram, de longe, para desvendar o mistério. É a destinação final de tudo o que se celebra na Igreja neste tempo: abrir os espaços, para que todos, sem exceção, reconheçam Jesus Cristo, Filho de Deus, e n'Ele creiam. Manifestação, Epifania!
Não se vive uma realidade tão significativa sem a devida preparação, como acontece em nossas casas, onde grandes acontecimentos pedem arrumação geral, faxina, decoração nova, ambiente diferente! O convite da Igreja há de encontrar acolhida nos homens e mulheres de boa vontade!
A Palavra de Deus pede atitudes novas, mudança de roupa! Ao povo de ontem e de hoje, pede que se tome a veste da justiça. Na Bíblia, justiça e fidelidade a Deus se abraçam! A glória da cidade só pode vir d'Ele. Nossa sociedade é chamada a se abrir a Deus e à verdade. A secura do deserto só pode ser superada com a abertura dos corações ao Evangelho. Nossa sociedade, com o argumento de uma laicidade levada ao extremo, tem contribuído para que as pessoas separem fé e vida. O resultado é que ficam sem fé e sem vida digna! Arrumar a casa do mundo é buscar um equilíbrio entre os diversos setores da sociedade para que dois nomes se aproximem e sejamos com eles chamados: “Paz-da-Justiça“, “Glória-do-culto-a-Deus” (cf. Br 5,1-9).
“É que Deus já mandou cortar todo morro elevado, toda serra antiga para aterrar os lugares mais fundos e aplainar o chão a fim de que Israel possa passar com segurança sob a glória de Deus. Por ordem de Deus todas as árvores e plantas de cheiro hão de fazer sombra para Israel. Assim é que, festivamente, Deus há de conduzir Israel para a luz de sua glória, por força da justiça e da misericórdia que dele vêm” (Br 5,7-9). Quando veio João Batista, precursor do Salvador do Mundo, sua voz ecoou pregando a “arrumação” da casa do mundo e dos corações. Sua palavra pediu conversão, correção de rota.
Abaixem-se, pois, os montes do orgulho e da soberba, preencham-se os vales da falta de amor e solidariedade, nivelem-se as estradas, estabelecendo caminhos de comunicação entre as pessoas! Então, nosso testemunho de homens e mulheres de fé ajudará a que todas as pessoas vejam a salvação de Deus (cf. Lc 3,6).
Dom Alberto Taveira Corrêa
O final do ano traz consigo o convite à renovação de vida, exame de consciência, propósitos novos, desejo de recomeçar. Para os cristãos não há qualquer perspectiva mágica na mudança do calendário, mas somos chamados à renovação contínua pela graça de Deus, na medida em que o mistério de Cristo é celebrado e acolhido com crescente consciência. O tempo não é um ciclo implacável e cansativo, mas oportunidade privilegiada oferecida por Deus a seus filhos. E a Igreja celebra, neste período, algumas realidades marcantes, correspondentes à ação amorosa de Deus, que nos enviou Seu Filho como Salvador e Redentor.
“Advento” é a primeira palavra que chama atenção nos dias que correm. O contato com Deus não nos deixa estáticos, imóveis diante de uma realidade fechada. O Senhor é dinâmico em Sua presença e em Seu plano de salvação a favor da humanidade. Foi verdadeira peregrinação o caminho feito com Seu povo no Antigo Testamento. Os profetas foram portadores da mensagem da esperança, ajudando muitas gerações a não perderem a perspectiva dos dons de Deus. E Jesus Cristo, Filho de Deus, Deus verdadeiro e Homem verdadeiro, é alguém que chega, passa pela magnífica e desafiadora realidade da família, num tempo de perseguições e incompreensões, mas “vem”, entra nas estruturas do mundo, participa de tudo, menos do pecado, justamente porque veio para salvar do pecado e da morte. O apelo é ao acolhimento da iniciativa de Deus e a resposta alegre ao seu amor.
Daqui a poucos dias, o Natal será a luz para entender os sentimentos humanos e unir pessoas e famílias. O nascimento de um Menino – e que Menino! – continua a deixar o mundo extasiado. O mistério da vida, dom de Deus, permanecerá como farol que ilumina as gerações. Os cristãos se agarrem a esta realidade, tomem posse da bandeira do Natal de Cristo, com Ele apostem na vida e defendam-na, façam tudo para que o sorriso do Menino de Belém se reflita em tantas crianças, de todas as idades, para que não se apague a vida e a esperança.
Logo a seguir, o “palco” do Natal se abrirá para observarmos os detalhes: a Sagrada Família, a Mãe de Deus, os pastores que acorreram a Belém e, enfim, os Magos que vieram, de longe, para desvendar o mistério. É a destinação final de tudo o que se celebra na Igreja neste tempo: abrir os espaços, para que todos, sem exceção, reconheçam Jesus Cristo, Filho de Deus, e n'Ele creiam. Manifestação, Epifania!
Não se vive uma realidade tão significativa sem a devida preparação, como acontece em nossas casas, onde grandes acontecimentos pedem arrumação geral, faxina, decoração nova, ambiente diferente! O convite da Igreja há de encontrar acolhida nos homens e mulheres de boa vontade!
A Palavra de Deus pede atitudes novas, mudança de roupa! Ao povo de ontem e de hoje, pede que se tome a veste da justiça. Na Bíblia, justiça e fidelidade a Deus se abraçam! A glória da cidade só pode vir d'Ele. Nossa sociedade é chamada a se abrir a Deus e à verdade. A secura do deserto só pode ser superada com a abertura dos corações ao Evangelho. Nossa sociedade, com o argumento de uma laicidade levada ao extremo, tem contribuído para que as pessoas separem fé e vida. O resultado é que ficam sem fé e sem vida digna! Arrumar a casa do mundo é buscar um equilíbrio entre os diversos setores da sociedade para que dois nomes se aproximem e sejamos com eles chamados: “Paz-da-Justiça“, “Glória-do-culto-a-Deus” (cf. Br 5,1-9).
“É que Deus já mandou cortar todo morro elevado, toda serra antiga para aterrar os lugares mais fundos e aplainar o chão a fim de que Israel possa passar com segurança sob a glória de Deus. Por ordem de Deus todas as árvores e plantas de cheiro hão de fazer sombra para Israel. Assim é que, festivamente, Deus há de conduzir Israel para a luz de sua glória, por força da justiça e da misericórdia que dele vêm” (Br 5,7-9). Quando veio João Batista, precursor do Salvador do Mundo, sua voz ecoou pregando a “arrumação” da casa do mundo e dos corações. Sua palavra pediu conversão, correção de rota.
Abaixem-se, pois, os montes do orgulho e da soberba, preencham-se os vales da falta de amor e solidariedade, nivelem-se as estradas, estabelecendo caminhos de comunicação entre as pessoas! Então, nosso testemunho de homens e mulheres de fé ajudará a que todas as pessoas vejam a salvação de Deus (cf. Lc 3,6).
Dom Alberto Taveira Corrêa
sábado, 15 de dezembro de 2012
A NECESSIDADE DO PERDÃO ENTRE PAIS E FILHOS
Pais
e mães abandonados pelos filhos, eu lhes digo: é vontade de Deus – para
a felicidade e a necessidade de todos vocês – que lhes concedam o
perdão. Que o amor de vocês, mesmo sofrido, seja um "dreno" para retirar
todo o mal que já foi feito, para que o amor entre vocês seja
recuperado. Seja o que for que tenha acontecido, perdoem. Clamem pela
misericórdia divina. Por causa das suas lágrimas, unidas à oração, o
Senhor atende ao pedido de vocês.
Há também filhos que precisam perdoar aos pais. Pode ser que estes continuem no erro, no vício do álcool, no adultério, ou talvez tenham abandonado a família ou sejam violentos... Como essas coisas ferem! Eu digo a mesma coisa para vocês: É momento de lhes perdoar. Perdoar pelas palavras pesadas trocadas e por todos os atos que causaram dor, revolta e mágoas.
Talvez seus pais já tenham morrido e vocês nem tiveram oportunidade de lhes pedir e conceder perdão. Mas Deus liga o céu à terra, é a hora do perdão. Por mais doloroso que seja, perdoem. É necessário o perdão para que haja a "drenagem" de tudo aquilo que está "estragado". Deixem Deus realizar isso em vocês. Deem essa chance para eles, para que a misericórdia de Deus possa atingi-los e tirar toda “infecção” e salvá-los. O perdão é a maior manifestação de Deus que passa em nós e transforma tudo.
Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova
Há também filhos que precisam perdoar aos pais. Pode ser que estes continuem no erro, no vício do álcool, no adultério, ou talvez tenham abandonado a família ou sejam violentos... Como essas coisas ferem! Eu digo a mesma coisa para vocês: É momento de lhes perdoar. Perdoar pelas palavras pesadas trocadas e por todos os atos que causaram dor, revolta e mágoas.
Talvez seus pais já tenham morrido e vocês nem tiveram oportunidade de lhes pedir e conceder perdão. Mas Deus liga o céu à terra, é a hora do perdão. Por mais doloroso que seja, perdoem. É necessário o perdão para que haja a "drenagem" de tudo aquilo que está "estragado". Deixem Deus realizar isso em vocês. Deem essa chance para eles, para que a misericórdia de Deus possa atingi-los e tirar toda “infecção” e salvá-los. O perdão é a maior manifestação de Deus que passa em nós e transforma tudo.
Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova
UM CORAÇÃO CONSAGRADO
Aprendamos com a Virgem a ter um coração cheio do Espírito Santo
Depois da entrada messiânica de
Jesus, em Jerusalém, ao olhar para a Cidade Santa, Ele começou a chorar
(cf. Lc 19,41). Ele lamentou pela cidade que seria destruída, mas Seu
maior pesar foi pelos filhos e filhas de Jerusalém. Cristo não foi bem
aceito pelos habitantes da cidade, como fora aceito em outras
localidades. Por isso, o Mestre lamenta a recusa daquele povo dizendo: “Se tu também compreendesses, hoje, o que te pode trazer a paz!” (Lc 19,42).
No meio daquele povo, havia pessoas que acolheram com festa a entrada de Jesus na Cidade Santa (cf. Lc 19,37), mas também havia aqueles que se recusavam a glorificar a Deus pela vinda do Salvador do mundo (cf. Lc 19,39). Dentro de nós também acontece o mesmo, pois, por vezes, nos encontramos com o coração dividido. Às vezes, acolhemos com alegria o Senhor, louvamos e agradecemos a Deus pela Sua vinda até nós. Porém, noutras ocasiões, encontramo-nos com o coração frio, indiferente a Cristo. Em alguns momentos, nosso coração é todo de Jesus, mas em outros ele está tomado por tantas outras coisas que não há espaço para Deus. O próprio Jesus repreende Marta por causa de sua indignação com sua irmã Maria, que estava com Ele (cf. Lc 10, 41-42).
Na prática, como viver com este coração dividido entre o Senhor e as preocupações próprias deste mundo? O segredo, ainda que tenhamos de conviver com esta divisão, é estar cheio do Espírito Santo. O maior exemplo disso é a Virgem Maria, a qual foi chamada pelo Anjo de cheia de graça (cf. Lc 1,28). Na sua visita a Isabel, ao ouvir a saudação de Maria, sua prima ficou cheia do Espírito Santo (cf. Lc 1,42). Nossa Senhora consagrou-se inteiramente a Deus, por isso ficou plena do Espírito Santo.
O coração da Virgem Maria, apesar de plenamente humano, tornou-se totalmente conformado à vontade do Pai pela ação do Espírito Santo. Ela deixou-se conduzir pelo Espírito, fazendo-se serva do Senhor (cf. Lc 1,38). Ainda que em muitos momentos não compreendesse os desígnios do Senhor, e mesmo quando teve seu coração transpassado de dor, ela estava em paz, pois estava cheia do Espírito de Deus.
Aprendamos de Nossa Senhora a ter um coração cheio do Espírito Santo, que se coloca a serviço de Deus, pois somente assim venceremos os apegos deste mundo. Quando nos colocamos como servos, consagrando-nos inteiramente a Jesus, pelas mãos de Maria, ainda que estejamos divididos. Aos poucos, vamos nos tornando cada vez mais do Senhor. Isso faz com que o próprio Cristo, em vez de chorar, como aconteceu quando avistou Jerusalém, alegre-se em nós. A alegria de Jesus em nosso interior é a certeza de que, um dia, Ele reinará plenamente em nosso coração e a nossa alegria será completa (cf. Jo 16, 24).
Natalino Ueda - Comunidade Canção Nova
No meio daquele povo, havia pessoas que acolheram com festa a entrada de Jesus na Cidade Santa (cf. Lc 19,37), mas também havia aqueles que se recusavam a glorificar a Deus pela vinda do Salvador do mundo (cf. Lc 19,39). Dentro de nós também acontece o mesmo, pois, por vezes, nos encontramos com o coração dividido. Às vezes, acolhemos com alegria o Senhor, louvamos e agradecemos a Deus pela Sua vinda até nós. Porém, noutras ocasiões, encontramo-nos com o coração frio, indiferente a Cristo. Em alguns momentos, nosso coração é todo de Jesus, mas em outros ele está tomado por tantas outras coisas que não há espaço para Deus. O próprio Jesus repreende Marta por causa de sua indignação com sua irmã Maria, que estava com Ele (cf. Lc 10, 41-42).
Na prática, como viver com este coração dividido entre o Senhor e as preocupações próprias deste mundo? O segredo, ainda que tenhamos de conviver com esta divisão, é estar cheio do Espírito Santo. O maior exemplo disso é a Virgem Maria, a qual foi chamada pelo Anjo de cheia de graça (cf. Lc 1,28). Na sua visita a Isabel, ao ouvir a saudação de Maria, sua prima ficou cheia do Espírito Santo (cf. Lc 1,42). Nossa Senhora consagrou-se inteiramente a Deus, por isso ficou plena do Espírito Santo.
O coração da Virgem Maria, apesar de plenamente humano, tornou-se totalmente conformado à vontade do Pai pela ação do Espírito Santo. Ela deixou-se conduzir pelo Espírito, fazendo-se serva do Senhor (cf. Lc 1,38). Ainda que em muitos momentos não compreendesse os desígnios do Senhor, e mesmo quando teve seu coração transpassado de dor, ela estava em paz, pois estava cheia do Espírito de Deus.
Aprendamos de Nossa Senhora a ter um coração cheio do Espírito Santo, que se coloca a serviço de Deus, pois somente assim venceremos os apegos deste mundo. Quando nos colocamos como servos, consagrando-nos inteiramente a Jesus, pelas mãos de Maria, ainda que estejamos divididos. Aos poucos, vamos nos tornando cada vez mais do Senhor. Isso faz com que o próprio Cristo, em vez de chorar, como aconteceu quando avistou Jerusalém, alegre-se em nós. A alegria de Jesus em nosso interior é a certeza de que, um dia, Ele reinará plenamente em nosso coração e a nossa alegria será completa (cf. Jo 16, 24).
Natalino Ueda - Comunidade Canção Nova
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
O AMOR NOS ENOBRECE
A confiança em Deus nos torna capazes de amar como Ele ama, a ponto de o nosso coração tornar-se semelhante ao de Jesus.
Ao longo do dia, podemos manter o nosso coração unido ao de Cristo por
meio de boas ações e da oração confiante: “Jesus manso e humilde de
coração, fazei o nosso coração semelhante ao Vosso, fazei-nos viver o
amor e a reconciliação”.
A vontade de Deus a nosso respeito é que amemos; aliás, este é o m
andamento que o próprio Senhor nos deu: “Amai-vos uns aos outros como eu
vos tenho amado, assim também vós deveis amar-vos uns aos outros” (Jo
13,34).
Quanto mais amamos, tanto mais parecidos com o Senhor nos tornamos. O amor nos enobrece e nos santifica.
Senhor, ensina-nos o Teu jeito de amar.
Jesus, eu confio em Vós!
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
QUANDO A INVEJA INVADE NOSSO CORAÇÃO
O invejoso
enxerga as coisas de forma injusta. Por exemplo, “por que ele tem e eu
não tenho”? Sendo assim, seu olhar cobiçador se volta para o que o outro
tem, além de desvalorizar aquilo que ele próprio possui.
Nessa situação, sem perceber, e gradativamente, o indivíduo estagna sua
vida e perde suas próprias oportunidades de se desenvolver e
crescer. Torna-se um mero intérprete da vida, sentindo tristeza, raiva e
dor. Todos, provavelmente, conhecem esse conceito e, alguma vez, já
classificaram alguém de invejoso. No entanto, em determinados momentos,
aqueles que julgam são incapazes de lutar contra esse pecado. Deixam-se
levar pela vaidade, “porque a boca fala do que coração está cheio” (Mt
12,34). São tão orgulhosos que não percebem este indesejável sentimento
dentro de si mesmos.
Quem ama o próximo deve superar a tentação da inveja”
De outro lado, os invejados sofrem. O próprio Jesus foi atingido pela
inveja dos outros antes de Sua morte. Os príncipes dos sacerdotes
levaram o Filho de Deus à morte no Calvário (Mt 27,18). Também Paulo e
Silas foram perseguidos por judeus, por proclamarem Jesus como rei (At
17,1-8).
Como é possível observarmos, de algum modo, qualquer um é ferido por
este mal. Contudo, há libertação com a ajuda de Deus. Mas algumas
soluções primárias são necessárias: admitir a inveja a fim de reconhecer
com maior facilidade situações que a causam; orar muito, pedindo ao
Senhor a cura; ser precavido nas palavras, escolhendo o momento adequado
para falar a determinadas pessoas sobre conquistas e realizações; ou
pode-se, simplesmente, optar pelo silêncio.
Quem ama o próximo deve superar a tentação da inveja, pois ela traz
divisão à Igreja e a quaisquer relações sociais. Paulo ensinou: “Em um
só Espírito fomos batizados todos nós para formar um só corpo…” e “… o
corpo não consiste em um só membro, mas em muitos” (1Cor 12,13-14).
Que a vida seja vista por meio dos olhos de Deus!
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